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Expovargem tem ações consolidadas em quarta edição

O presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), Jorge Fortes, avaliou positivamente a quarta edição da Expovargem. O evento, que reuniu criadores de ovinos e caprinos do Maranhão, Piauí, Ceará e Pernambuco, aconteceu de sexta (16) a domingo (19), no município de Vargem Grande. Mais de 500 animais foram expostos ao público.

O presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), Jorge Fortes, avaliou positivamente a quarta edição da Expovargem. O evento, que reuniu criadores de ovinos e caprinos do Maranhão, Piauí, Ceará e Pernambuco, aconteceu de sexta (16) a domingo (19 de setembro), no município de Vargem Grande. Mais de 500 animais foram expostos ao público.

 

“O resultado da exposição foi bastante positivo. Neste ano, a Expovargem se consolidou e mostrou que esse setor vive um momento promissor no Maranhão. A participação dos criadores também demonstrou que eles estão em busca de investir e de melhorar seus rebanhos, além de mostrar confiança nas ações aqui desenvolvidas”, declarou Fortes. Também estiveram presentes ao evento, o secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Claudio Azevedo; e o prefeito da cidade, Miguel Fernandes.

 

Entre os destaques da feira, a realização, no segundo dia, de reunião dos secretários Municipais de Agricultura dos 10 municípios que compõem o Território da Cidadania do Vale do Itapecuru. No encontro, entre outros assuntos, foram discutidos o desenvolvimento da caprinoovinocultura na região e a municipalização da agricultura.

 

O criador cearense Paulo Holanda também levou aos participantes sua experiência de 40 anos no setor. “Conversei com o Jorge Fortes sobre a importância dos técnicos visitarem as propriedades, pois na sala de aula não há 100% de absorção do conteúdo. Já no local de trabalho, não só o criador aprende, mas toda a família, e o que é melhor, todos aprendem na prática”, ressaltou.

 

Na palestra, Holanda abordou desde a criação das espécies, passando pela escolha das raças, fabricação da ração, cuidados com a saúde dos animais, reprodução e apresentação do produto para os consumidores. “Vocês devem escolher a raça de acordo com o produto final desejado. Se querem para corte ou leite, devem oferecer uma alimentação especial e a melhor ração. É preciso se preocupar em produzir com qualidade e investir no visual para vender o produto”, ressaltou.

 

Holanda também falou sobre o potencial maranhense. “A região daqui é boa para essa cultura, tem o clima bom e fica próxima a plantações de soja e milho”, assinalou o criador, que fornece carne para a maior rede de supermercados do país.

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Na IV Expovargem, também foi realizado o primeiro concurso gastronômico com carne de carneiro e bode; um leilão com as melhores raças; e shows musicais. Houve ainda homenagem aos incentivadores do setor no estado.

 

 

Em 20/09/11

 

 

Agerp apresenta ações e produção de alimentos biofortificados na 55ª Expoema

 A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP) participou, entre os dias 27 de agosto e 7 de setembro, da 55ª Exposição Agropecuária do Maranhão – Expoema, trabalho coordenado por Sônia Marques, Chefe de Pesquisa Pesqueira da agência. No estande da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (Sedagro), órgão ao qual é vinculada, a Agerp, presidida por Jorge Fortes, apresentou as ações que desenvolve em todo o Estado por meio de seus 19 escritórios regionais.

 

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP) participou, entre os dias 27 de agosto e 7 de setembro, da 55ª Exposição Agropecuária do Maranhão – Expoema, trabalho coordenado por Sônia Marques, Chefe de Pesquisa Pesqueira da agência. No estande da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (Sedagro), órgão ao qual é vinculada, a Agerp, presidida por Jorge Fortes, apresentou as ações que desenvolve em todo o Estado por meio de seus 19 escritórios regionais.

No Pavilhão da Agrofeira da Agricultura Familiar puderam ser encontrados artesanato de madeira e côco, cerâmica, e vários produtos da agricultura familiar, como frutas, legumes e verduras. No estande, técnicos apresentaram a história da agência e também produtos biofortificados oriundos do projeto “Biofortificação de Alimentos: promovendo segurança alimentar no Maranhão”, que está desde o ano de 2007 desenvolvendo as culturas de arroz, batata-doce, feijão-caupi e mandioca.

A biofortificação consiste num processo de cruzamento de plantas da mesma espécie, gerando cultivares mais nutritivas e objetiva garantir maior segurança alimentar através do aumento dos teores de ferro, zinco e vitamina A em produtos que fazem parte da dieta da população.

No Maranhão, o trabalho desenvolvido pela Engenheira Agrônoma Adelana Santos, Coordenadora de Pesquisa Agroextrativista e Florestal da Agerp, em parceria com a Embrapa, vem focando as culturas do feijão-caupi, batata-doce, arroz e mandioca. Nesse período já foram instaladas Unidades de Observação, Validação, Demonstrativas e de Multiplicação e realizados dias de campo na região da Baixada Maranhense, Cocais e na área Agrourbana de São Luís, respectivamente nos municípios de São Luís, Arari, Viana, Coroatá e Codó. O projeto visa a instalação de unidades de produção para multiplicação das cultivares e disponibilização de sementes e ramas a agricultores familiares selecionados. Devem ser produzidos feijão-caupi, mandioca, milho, abóbora e batata-doce biofortificados em área de agricultura familiar do Estado.

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Durante a Expoema, grupos de agricultores da zona agrourbana de São Luís que visitaram o estande da Agerp puderam assistir a palestras, receber folderes e cartilhas dos materiais expostos e orientação quanto ao cultivo, manejo, produção e a importância nutricional dos materiais em exposição. Os agricultores ficaram entusiasmados com as cultivares e mostraram grande aceitação para o cultivo em suas roças.

No estande da agência técnicos apresentaram ainda as ações que desenvolvem, entre elas a assistência técnica e extensão rural destinadas a agricultores familiares, remanescentes quilombolas, comunidades indígenas, jovens e mulheres rurais, pescadores artesanais e aquicultores; a pesquisa, difusão e apropriação de tecnologias; a facilitação ao crédito rural; a execução dos Programas Garantia Safra, Aquisição de Alimentos e Seguro da Agricultura Familiar; a capacitação de agricultores familiares e técnicos; a implantação de Unidades de Validação Tecnológica, Demonstrativas, Agroecológicas e de Multiplicação de Sementes e a implantação de projetos de cultivos biofortificados.

 

Biofortificados no Maranhão

 

Visando o melhoramento genético convencional de plantas, o projeto tem o intuito de diversificar a dieta alimentar das populações mais pobres, introduzir alimentos mais nutritivos na merenda escolar, produzir sementes acessíveis ao pequeno produtor, desenvolver embalagens para melhor conservação dos nutrientes e elaborar novos alimentos processados a partir de produtos com maiores teores de ferro, zinco e pró-vitamina A.

O projeto conta com o apoio de patrocinadores como a Fundação Bill e Merlinda Gattes, o Banco Mundial e Agências de Desenvolvimento Internacionais do Canadá, Inglaterra, Dinamarca e Suécia. Os recursos são geridos pelos programas Harvest Plus e Agrosalud, que no Brasil são coordenados pela Embrapa Agroindústria e Alimentos (RJ).

Destaque foi dado ao Maranhão na IV Reunião de Biofortificação no Brasil, encontro internacional que aconteceu entre os dias 10 e 15 de julho passado em Teresina-PI, e que teve seu Dia de Campo com o tema “Biofortificação de Alimentos: Promovendo Segurança Alimentar no Maranhão”, evento realizado no assentamento Vale do Bekaa, no Município de Coroatá.

 

 

Em 09/09/11