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Prorrogado prazo para pagamento de boletos do Garantia Safra

Devido à dificuldade na entrega dos boletos do Programa Garantia Safra no interior do Estado, ocasionada na maioria dos casos pela mudança de endereço dos produtores, o Ministério do Desenvolvimento Agrário prorrogou o prazo limite para quitação para o dia 29 de dezembro de 2011.

 

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Devido à dificuldade na entrega dos boletos do Programa Garantia Safra no interior do Estado, ocasionada na maioria dos casos pela mudança de endereço dos produtores, o Ministério do Desenvolvimento Agrário prorrogou o prazo limite para quitação para o dia 29 de dezembro de 2011. O pagamento é necessário para que os agricultores tenham direito ao benefício.

        

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP), presidida por Jorge Fortes, iniciou as atividades referentes ao programa no mês de maio, com a apresentação e divulgação do Garantia Safra 2011-2012, momento em que foi explicado o objetivo e os requisitos para participar do programa. No Estado foram cadastrados mais de 17 mil agricultores, maior número de inscrições desde a implantação do programa. Agora, os agricultores terão que pagar até a nova data uma taxa de R$ 6,80, o que representa 1% do valor do seguro a ser recebido caso as perdas na safra representem pelo menos a metade das lavouras ou de outras atividades agrícolas desenvolvidas. O valor será pago em cinco parcelas por meio de cartão eletrônico da Caixa Econômica Federal ou pelo cartão do Bolsa Família.

 

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Boletos

 

Importante ressaltar que os boletos continuarão os mesmos, com data programada para recebimento para até 30 de novembro de 2011, mas que não será preciso realizar a troca, visto que a Caixa Econômica Federal informará a prorrogação às agências e locais credenciados para pagamento, como Caixa Aqui e Casas Lotéricas.

 

O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) que cobre perdas da safra provocadas por escassez ou excesso de chuvas na área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Ele atende aos agricultores familiares dos municípios localizados na região Nordeste, norte do Espírito Santo, norte de Minas Gerais, Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri, com renda até 1,5 salário mínimo e que cultivam arroz, feijão, algodão, mandioca e/ou milho, em áreas de 0,6 a 10 hectares que sofrem com as perdas por excesso de chuva ou seca.

 

Estados e Municípios também pagarão a adesão ao programa. A União arcará com o restante, que corresponde a, no mínimo, 20% do valor total do benefício.

 

Maiores informações podem ser obtidas na AGERP, com a Coordenação Estadual do Programa, pelo telefone (98) 3249-9877, ramal 220.

 

 

AUTORIZAÇÃO DE RECEBIMENTO EM NOVA DATA:

 

Assunto:

PRORROGADO PRAZO PRA O DIA 29/12 BOLETOS DOS ESTADOS DO MARANHÃO E PIAUI
Data: Wed, 30 Nov 2011 10:21:08 -0200
De: Dione Freitas
Empresa: mda
Para: CEFUS-CAIXA

Prezados, fica prorrogado o prazo para pagamento dos boletos dos agricultores dos Estados do MARANHÃO e PIAUI  para o dia 29 DE DEZEMBRO DE 2011, impreterivelmente.

Informo que boletos recebidos após 29/12 não terão nenhuma validade.

Gentileza comunicarem as agências e correspondentes bancários.

Atenciosamente, Dione Freitas

 

 
Dione Maria de Freitas

COORDENADORA GERAL DO GARANTIA SAFRA
SAF – DFPP
Secretaria de Agricultura Familiar
 
   
  SBN – Quadra 1 – Ed. Palácio do Desenvolvimento – Sala 608 – Cep. 70.057-900

 

        

Em 30/11/11

        

Avanço nas pesquisas para agricultura familiar

Cerca de 60 famílias dos municípios de Chapadinha, Arari, Açailândia e São Luís serão beneficiadas até o início do próximo ano com quatro ações de pesquisa aplicada com galinha caipira, horticultura, risipsicultura (consórcio de arroz de várzea e peixe) e mandioca, ação desenvolvida pela Coordenadoria de Pesquisa Aplicada e Agropecuária da Agerp.

 

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Cerca de 60 famílias dos municípios de Chapadinha, Arari, Açailândia e São Luís serão beneficiadas até o início do próximo ano com quatro ações de pesquisa aplicada com galinha caipira, horticultura, risipsicultura (consórcio de arroz de várzea e peixe) e mandioca. Todas as ações estão ligadas à agricultura familiar e são desenvolvidas pela Coordenadoria de Pesquisa Aplicada e Agropecuária (CPAA) da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp).

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A iniciativa visa desenvolver projetos da agricultura familiar cujo objetivo é o consumo e a geração de renda para aqueles que moram nas localidades escolhidas e já trabalham com a agricultura familiar.

 

De acordo com Marcelo Vinícius Lemos, da CPAA, a agência tem procurado desenvolver variadas ações e experiências de acordo com o espaço disponível nos municípios. “Nós fazemos a pesquisa nas áreas, de acordo com o município e o número de famílias, e em seguida um técnico do escritório regional passa a acompanhá-las  durante a fase de plantio, nos tratos culturais, na aplicação de adubos, nas podas e na retirada de ervas daninhas”, ressaltou o engenheiro agrônomo responsável pela pesquisa.

 

Realidade

 

Lemos disse que a localidade para o plantio e o desenvolvimento é escolhida conforme a realidade do projeto. “Alguns dos agricultores responsáveis tem experiência naquilo que estamos plantando. Aqueles que não têm, o corpo técnico capacita de acordo com a necessidade”, explica ele.

 

O coordenador ressalta ainda que a colheita varia de acordo com cada produto e o terreno onde é feita a experiência. “Dos produtos que trabalhamos, o que mais demora é o projeto da mandiocultura, pois dura em média,  um ano. As demais experiências surtem resultados entre 45 dias e seis meses”, afirma.

 

Além de mandioca, galinha, arroz e horticultura, a Agerp comemora o sucesso na produção do material genético implantado nos municípios de Bacabal, Codó, Itapecuru, Presidente Dutra e Santa Inês. O projeto neste caso consiste na multiplicação de sementes de feijão caupi, variedade gurguea. Para esta iniciativa, ao órgão conta com o envolvimento de 70 famílias trabalhando em 1 hectare cada.

 

“A experiência tem demonstrado que a dedicação e o trabalho têm surtido os resultados esperados”, declara o pesquisador, para em seguida completar: “O intuito maior é fazer com que as famílias produzam suas próprias sementes e daí, tirar no futuro, o seu sustento das experiências que fazemos”, finaliza.

 

 

Em 29/11/11

 

 

 

Encontro sobre Abelhas Nativas do Maranhão

O presidente da Agerp, Jorge Fortes, abriu, na manhã da última quinta-feira (24), na cidade de São Bento, o IV Encontro sobre Abelhas Nativas no Maranhão. A solenidade contou com a presença de dezenas de estudantes universitários e do ensino médio, pesquisadores, professores, administradores municipais, palestrantes, técnicos e produtores da Baixada maranhense.

 

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O presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), Jorge Fortes, abriu, na manhã da última quinta-feira (24 de novembro), na cidade de São Bento, o IV Encontro sobre Abelhas Nativas no Maranhão. A solenidade aconteceu no auditório do Centro de Ensino Médio e Profissionalizante Newton Bello na presença de dezenas de estudantes universitários e do ensino médio, pesquisadores, professores, administradores municipais, palestrantes, técnicos e produtores da Baixada maranhense.

 

O gestor da Agerp parabenizou a coordenação pela iniciativa e disse ser esta ação uma das mais importantes para incentivar os produtores de mel a continuar a se aprimorar a fim de que aumentem a sua produção e venham, em consequência, melhorar sua qualidade de vida.

 

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“A organização está no rumo certo”, disse ele, se referindo ao coordenador, José de Ribamar Silva Barros, professor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), ao trabalhar em parceria com o Sebrae/MA, Embrapa Meio Norte, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Governo do Estado, por meio da  Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (Sedagro/Agerp).

 

“O governo tem buscado fortalecer, principalmente na região da Baixada, a aptidão natural, que é explorar a produção de mel. Uma atividade importante e que não pode ficar fora das políticas de melhoria de vida”, destacou Fortes, ao tempo que disponibilizou o escritório da Agência em Viana, para apoiar com orientações técnicas e outras demandas necessárias ao desenvolvimento do projeto.

 

Estimular e integrar

 

O IV Encontro sobre Abelhas Nativas no Maranhão tem o objetivo de estimular a integração dos grupos de meliponicultores (como são chamados os que trabalham com a melincultura – tratamento de abelhas sem ferrão), pesquisadores, estudantes, professores e administradores municipais a fim de estimular a integração destes grupos para maior desenvolvimento por meio da troca de informações e de experiências de temas relacionados às abelhas nativas e a preservação destas e do meio ambiente. Durante três dias serão realizados simpósios, palestras, oficinas e mini-cursos.

 

A atividade em foco gera renda, promove a inserção social e preservação de espécies nativas. A cultura da abelha tiúba (Melípona compressipes) tem mudado a vida de 18 comunidades do semiárido maranhense. O mel possui propriedades nutritivas, sabor, alto valor no mercado nacional e internacional. Segundo pesquisadores, esses são alguns dos atrativos dessa atividade econômica.

 

Encontradas em abundância no território maranhense, a cultura da tiúba se mostrou viável comercial e socialmente. Por ano, cada colônia chega a produzir até 300 kg de mel. Em cada comunidade atuam cerca de 10 famílias de meliponicultores.

 

Maior produção

 

Para o professor José de Ribamar Silva Barros, coordenador do evento, a idéia de realizar o Encontro foi atender a comunidade com conhecimento àqueles que têm interesse em saber mais sobre o assunto. “Passamos a organizar o seminário sobre abelhas nativas com o intuito de atender produtores, alunos e pesquisadores, uma vez que aqui se concentra a maior produção do Estado”, afirmou, se referindo atualmente às 13 mil colméias existentes na região.

 

A presidente da Cooperativa Agroecológica dos Meliponicultores da Baixada Maranhense (Coamel), Rosilene Padilha, o grupo de produtores está sempre buscando capacitação e divulgando o trabalho. Ela afirmou que o Governo Estadual tem ajudado bastante com apoio técnico e ferramentas essenciais. “Temos recebido apoio do governo e de outras instituições parceiras. Por esse motivo, a nossa atividade tem se desenvolvido no Maranhão nos últimos anos e, consequentemente, assegurado a renda de centenas de famílias”, disse.

 

O meliponicultor Damásio Campos disse acumular certificado de vários cursos que participa. Para ele, se envolver em palestras e encontros é o investimento que faz na sua profissão, que é produzir mel, hortaliças e frutas em sua propriedade, que fica na comunidade Galiléia, em São Bento. “Estou no ramo há 19 anos. É muito importante. Vale a pena participar porque aprendo muito e daí invisto sem medo no meu negócio”, destacou o produtor.

 

 

Em 25/11/11

Reunião do Garantia Safra em Brasília

Membros do Comitê Gestor do Programa Garantia Safra reuniram-se na última semana em Brasília (DF) para definir propostas de alteração na Lei 10.420/2002, lei que instituiu o Fundo Garantia-Safra. Entre as alterações previstas está a nacionalização do programa que hoje congrega onze Estados da Federação.

Membros do Comitê Gestor do Programa Garantia Safra reuniram-se na última semana (17 e 18 de novembro) em Brasília (DF) para definir propostas de alteração na Lei 10.420/2002, lei que instituiu o Fundo Garantia-Safra. Entre as alterações previstas está a nacionalização do programa que hoje congrega onze Estados da Federação.

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Da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), participou da reunião em Brasília Oscar Valois Filho, representante da Coordenação Estadual do Garantia Safra, que afirmou que o encontro foi bastante significativo para o segmento da agricultura familiar, haja visto que o programa dá todo o suporte necessário ao plano de estruturação produtiva dos agricultores incluídos no Brasil Sem Miséria. “O objetivo das alterações na Lei é atrair as políticas públicas disponíveis para essas famílias e, junto com isso, garantir que o seguro esteja presente”, ressaltou Valois.

 

Oscar disse ainda que as negociações apontam para ampliação no valor do benefício, que hoje atinge o limite máximo de R$ 680,00. Além disso, eleva a contribuição para o Fundo por parte dos agricultores familiares, municípios e estados, e reduz a área máxima possível de ser cultivada pelos agricultores.

 

As sugestões de mudanças na Lei serão submetidas aos ministérios que integram o Comitê Gestor e a Casa Civil para aprovação. Depois, seguem para apreciação do Poder Legislativo.

 

O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) que cobre perdas da safra provocadas por escassez ou excesso de chuvas na área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Ele atende aos agricultores familiares dos municípios localizados na região Nordeste, norte do Espírito Santo, norte de Minas Gerais, Vale do Jequitinhonha e Vale do Mucuri, com renda até 1,5 salário mínimo e que cultivam arroz, feijão, algodão, mandioca e/ou milho, em áreas de 0,6 a 10 hectares que vivem na extrema pobreza e com o povo que sofre com as perdas por excesso de chuva ou seca.

 

A concepção do programa conta com um mecanismo permanente e institucionalizado de seguro e prevê a busca pela melhoria das condições de convivência dos agricultores com o semiárido brasileiro.

 

A reunião extraordinária contou com a participação do Ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florense, dos coordenadores estaduais do Garantia-Safra, do presidente do Comitê Gestor, João Luiz Guadagnin, da coordenadora do Programa Garantia-Safra do MDA, Dione Freitas, dos representantes da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), da Casa Civil, da Confederação Nacional dos Municípios e da sociedade civil organizada.

 

 

Em 19/11/11

Edital Sedagro: inscrições até dezembro

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – SEDAGRO – abriu Edital que selecionará projetos de empreendimentos da agricultura familiar e de economia solidária, com propostas de inclusão produtiva nos Arranjos Produtivos Locais (APL’S), de modo a apoiá-los financeiramente. As inscrições serão encerradas em dezembro.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – SEDAGRO – abriu Edital que selecionará projetos de empreendimentos da agricultura familiar e de economia solidária, com propostas de inclusão produtiva nos Arranjos Produtivos Locais (APL’S), de modo a apoiá-los financeiramente. As inscrições serão encerradas em dezembro.

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Os recursos poderão ser demandados por associações de agricultores familiares, de produtores rurais, de pescadores artesanais, de extrativistas, de economia solidária e outras formas associativas sem fins lucrativos, e cooperativas de produção, comercialização, de beneficiamento, de serviços e demais pessoas jurídicas que atendam ao objeto e as condições deste Edital, garantindo desta forma, a democratização do acesso aos recursos do Orçamento do Estado do Maranhão preferencialmente do FUMACOP e aos recursos de eventuais fontes adicionais de recursos não reembolsáveis a serem posteriormente negociada, conforme estabelecido no Edital. 

 

Saiba mais: 

EDITAL: http://www.ma.gov.br/userfiles/ARQUIVO%20EDITAL%20SEDAGRO%20PARA%20SUBSTITUIR%20ANTERIOR(1).pdf

 

MANUAL DE ORIENTAÇÃO: http://www.ma.gov.br/userfiles/PDF%20MANUAL%20DE%20ORIENTAO%20-%20VERSAO%20DEF.pdf

 

 

Retificação do item 4.4.2 do Manual de Orientação: http://www.ma.gov.br/userfiles/RETIFICAO%20DO%20ITEM%204_4_2%20DO%20MANUAL%20DE%20ORIENTAO.pdf 

Em 22/11/11

Feira da Economia Solidária em São Bento

Uma equipe multidisciplinar da Agerp participou nesse final de semana (18 a 20), na cidade de São Bento, da 8ª edição da Feira Territorial de Economia Solidária e Agricultura Familiar da região de Campos e Lagos.

 

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Uma equipe multidisciplinar da Agerp participou nesse final de semana (18 a 20 de novembro), na cidade de São Bento, da 8ª edição da Feira Territorial de Economia Solidária e Agricultura Familiar da região de Campos e Lagos.

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Durante toda a tarde de sexta-feira(18), os técnicos da Agência ministraram palestras  sobre meio ambiente, sustentabilidade, desafios e perspectivas  na comercialização da agricultura familiar. Além disso, foi possível haver a troca de experiência, entrega de cartilhas e folders com temas relativos à produção e comercialização de produtos vocacionados da região e apresentação de vídeos.

 

À noite, durante a abertura na Praça do Viva São Bento, os profissionais do órgão receberam a visita da população interessada em aprender mais sobre a agricultura familiar. Na oportunidade, houve a entrega de material educativo aos visitantes. Também na ocasião, os técnicos deram apoio aos agricultores que mantinham seus produtos expostos em estandes para comercialização.

 

A exposição de produtos da agricultura familiar é resultado da articulação entre os governos federal, estadual e municipal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (Sedagro/Agerp), Secretaria de Estado do Trabalho e Economia Solidária (Setres), prefeituras e entidades não governamentais, dentre outros.

 

Visibilidade

As Feiras de Economia Solidária e Agricultura Familiar funcionam como um importante espaço de comercialização direta dando maior visibilidade à produção dos empreendimentos solidários e estabelecendo relações saudáveis entre produtores e consumidores, procurando fortalecer a idéia de um consumo consciente e responsável dos produtos e serviços de origem solidária.

 

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O público alvo da Feira são agricultores, pescadores, aquicultores, remanescentes quilombolas, assentados da Reforma Agrária e de Crédito Fundiário, mulheres rurais, indígenas e extrativistas.

 

Para a assessora técnica da coordenadoria de capacitação da Agerp, Sheila Lobo, a iniciativa tem demonstrado o quanto é importante investir na agricultura familiar. Segundo Lobo, a partir dela, alguns municípios têm se espelhado para se organizar, e da mesma forma, apoiado os produtores rurais da sua área de jurisdição. “Uma idéia que vem fortalecendo a produção e a comercialização de produtos  essenciais na alimentação do maranhense”, destacou.

 

No entendimento do  articulador estadual da Secretaria de Desenvolvimento Territorial do MDA, Wellington Matos, a Feira é um espaço de comercialização e visibilidade de produtos da agricultura familiar que expõe os produtos de forte vocação nas regiões. Ele revela que a Feira Territorial de Economia Solidária e Agricultura Familiar expõe produtos que vão desde a mandioca, coco-babaçu, coco da praia, meliponicultura (mel e produção de abelhas), produtos alimentares (hortifruti,) a  artesanato e manifestação cultural. “A Feira é um espaço de experiência, de intercâmbio, de fortalecimento e investimento dos produtores dos municípios da região”, afirmou Matos.

 

Endossando o que disse o representante do MDA, a produtora rural Lindalva Sodré Moraes, especializada em mel e moradora da zona rural de São Bento, a Exposição  é um momento para se tirar proveito. “É a oportunidade que temos para trocarmos experiências e fortalecermos o nosso trabalho”, ressaltou ao se referir às palestras, oficinas, exposições e comercialização.

 

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Bastante interessado no evento, o estudante Cleyton Domingos Santos, de 16 anos, define  a agricultura familiar como a base do setor primário. “Além de ser uma atividade profissional  de grande importância no nosso Estado. Portanto, é de vital importância que governo e entidades incentivem projetos como este”, reforçou, informando que por ser filho de agricultores , mantêm interesse, “tanto que já conclui dois cursos na área e pretendo juntos de colegas e professores, investir em uma horta na escola onde estudo para aprendermos a utilizar a terra”, disse o adolescente.

 

 

 

 

 

Produção recorde de cebola em Santa Luzia

Uma equipe de agricultores familiares do povoado Chapada do Seringal, distante 155 quilômetros de Santa Luzia do Tide, acompanhada por técnicos do Escritório Regional da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp) de Santa Inês, chefiado por Laércio de Oliveira, colheu recentemente 4.500 quilos de cebola.

 

Uma equipe de agricultores familiares do povoado Chapada do Seringal, distante 155 quilômetros de Santa Luzia do Tide, acompanhada por técnicos do Escritório Regional da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp) de Santa Inês, chefiado por Laércio de Oliveira, colheu recentemente 4.500 quilos de cebola.

 

 

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A comunidade que figura como o maior celeiro agrícola do município e da região central do Estado, é responsável pelo projeto pioneiro na região que compreende 540 metros quadrados de extensão e teve início na primeira semana de maio deste ano, quando foi realizado o plantio de sementeira.

 

O produto colhido pelo grupo de colonos foi encaminhado para comercialização em feiras e supermercados locais, de acordo com a engenheira agrônoma Elismar Oliveira.

  

“A idéia de plantar cebola foi da Agerp. Queríamos fazer uma experiência diferente e a partir daí pensamos em produzir cebola, projeto inusitado que deu certo e que nos incentivou a dar continuidade, tão logo colheremos a produção de tomate, recentemente plantada no local” disse Elismar.

 

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A iniciativa chamou a atenção de agricultores de outros municípios. Agora, quem se movimenta para produzir da hortaliça condimentar mais difundida no mundo são os produtores rurais de Alto Alegre do Pindaré e Tufilândia, que também sob a coordenação de técnicos da agência, presidida por Jorge Fortes, começaram o processo de tratamento da terra, para em seguida fazer o plantio.

 

“Foi uma excelente experiência. Tínhamos curiosidade, agora já podemos expandir o que aprendemos a outros municípios e a outros grupos de agricultores”, ressaltou satisfeita a engenheira do órgão da regional de Santa Inês.

 

 

Em 17/11/11 

 

 

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Criação de Comitê para aproveitamento do cajú em Caxias

O Escritório Regional de Caxias da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP), juntamente com o Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e demais parceiros, deu início ao processo de criação do Comitê Estratégico de Produção e Processamento da Fruticultura no Leste Maranhense.

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O Escritório Regional de Caxias da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP), juntamente com o Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e demais parceiros, deu início ao processo de criação do Comitê Estratégico de Produção e Processamento da Fruticultura no Leste Maranhense.

 

A iniciativa foi proposta durante palestra realizada no final do mês passado, na cidade de Caxias, voltada para produtores familiares que trabalham com o aproveitamento do caju. A reunião foi motivada pela safra da fruta que acontece no período de setembro a dezembro, mas que, pela ocorrência de chuvas intensas em outubro, dezenas de produtores vieram a ter prejuízo durante o período floral.

 

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O comitê, pensado para desenhar estratégias com o intuito de desenvolver a fruticultura em qualquer período do ano, visa implantar empreendimentos na região, por meio de palestras, capacitações, inovações tecnológicas, estratégias da cadeia produtiva, dentre outros projetos permanentes que venham facilitar a produção de alimentos a partir do aproveitamento da castanha e da polpa do caju.

 

Participam do Comitê a Agerp, o Sebrae, o Instituto Federal do Maranhão (IFMA), a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), o Centro de Capacitação Tecnológica do Maranhão (CETECMA), o Sindicato Patronal, o Sindicato dos Trabalhadores em Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Sintraf), Secretaria Municipais de Agricultura da região, Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Banco do Brasil (BB) e Banco da Amazônia  (Basa).

 

De acordo com diretora do escritório regional da Agerp em Caxias, Marta Surama, a formação e o funcionamento do Comitê terá um papel primordial naquela região, uma vez que o agricultor terá um leque de ações e estratégias para serem articuladas e integradas no desenvolvimento do projeto.

 

“Queremos trabalhar com o aproveitamento de todo o caju. Mas, para isso o agricultor precisa ter ferramentas para manter permanentemente a sua produção”, ressaltou Surama, lembrando que do caju produz-se refrigerante, cajuína, cereal, doce cristalizado, bombom afrodisíaco e produtos da culinária como lasanha, medalhão do caju, pizza e salgados, entre outros.

 

 

Em 17/11/11

Programa de Regularização Fundiária

O Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (Sedagro), cumpriu mais uma etapa do Programa de Regularização Fundiária. Nesta fase, foram concedidos 166 títulos individuais de posse da terra, abrangendo uma área de 10.317 hectares, a trabalhadores rurais do município de Itaipava do Grajaú.

 

 

O Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (Sedagro), cumpriu mais uma etapa do Programa de Regularização Fundiária. Nesta fase, foram concedidos 166 títulos individuais de posse da terra, abrangendo uma área de 10.317 hectares, a trabalhadores rurais do município de Itaipava do Grajaú, distante 600km de São Luís. A área titulada faz parte do assentamento Itaipava, e a maioria dos títulos tem, em média, 40 hectares.

 

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A Secretária do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Conceição Andrade, e o presidente do Iterma, Carlos Alberto Galvão, deram continuidade à programação estabelecida pelo Instituto de Terra para todas as regiões do Maranhão.

 

Recentemente, os municípios de Barreirinhas, Cedral, Bom Jardim, Humberto de Campos, Turiaçu e Presidente Juscelino foram contemplados com distribuição de títulos de posse da terra.

 

Solenidade – A cerimônia de entrega dos títulos em Itaipava do Grajaú foi realizada na quarta-feira (9 de novembro), na região central da cidade. Reuniu os trabalhadores rurais beneficiados, familiares e autoridades como o Prefeito José Maria Torres; o Secretário de Estado de Articulação Institucional, Rodrigo Comerciário, e o Diretor de Recursos Fundiários de Iterma, Luiz Augusto Martins.

 

Também estiveram presentes o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Joel Nunes; o Presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), Jorge Fortes; os secretários municipais, Eduardo Torres e João Afonso; o vice-presidente da Câmara Municipal, vereador João Dentista; e o superintendente estadual da Comissão Nacional de Direitos Humanos, Pastor Pires Sampaio.

 

“O título de posse é a maior aspiração do pequeno trabalhador rural que não tem terra para trabalhar. Estamos aqui consolidando os compromissos assumidos pela Governadora Roseana Sarney com os trabalhadores rurais da região”, afirmou a secretária Conceição Andrade. Ela ainda sugeriu uma parceria com o sindicato rural e enviará uma equipe da Agerp para uma reunião com os trabalhadores rurais, visando à implantação de projetos produtivos para desenvolver a agropecuária regional.

 

Continuidade – O presidente do Iterma, Carlos Galvão, em tom de despedida do órgão em que esteve à frente por mais de dois anos, declarou que espera que esse trabalho, que é reconhecido em todo o Maranhão, possa continuar no mesmo ritmo na próxima administração.

 

“Sempre trabalhamos com muita dificuldade, mas com o apoio e dedicação dos técnicos do Iterma, superamos todas as metas. Agradeço o apoio da governadora e da secretária Conceição Andrade”, disse Carlos Galvão.

 

O prefeito José Maria fez uma rápida homenagem ao deputado federal Luciano Moreira, morto há cinco meses.

 

O trabalhador rural Mauro dos Santos Sousa, que recebeu o título de domínio nº 005549, não conseguiu disfarçar a alegria ao receber o seu título de proprietário do imóvel rural denominado Fazenda Sousa, Gleba São Pedro dos Cacetes, com uma área de 26 hectares, localizado no povoado Maxixe. O presidente do sindicato, Joel Nunes, também exibiu o seu título nº 05550.

 

Uma segunda etapa de entrega de títulos na região já está em andamento, e nos próximos dias os mesmos serão assinados pela Governadora do Estado.

 

Em 16/11/11

 

Desenvolvimento Sustentável em Alcântara

Com o objetivo de reduzir o impacto socioambiental em áreas quilombolas, foi realizado no último dia 11 de novembro o I Fórum de Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável em Alcântara, município maranhense com concentrações de áreas quilombolas e sede da base espacial para desenvolvimento e lançamento de foguetes do Programa Aeroespacial Brasileiro.

 Com o objetivo de reduzir o impacto socioambiental em áreas quilombolas, foi realizado no último dia 11 de novembro o I Fórum de Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável de Alcântara, município maranhense com concentrações de áreas quilombolas e sede da base espacial para desenvolvimento e lançamento de foguetes do Programa Aeroespacial Brasileiro.

 

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O evento foi promovido pelo Consórcio “Alcântara Cyclone Space (ACS)”, em parceria com a empresa Dossel Ambiental, visando conciliar o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental para que as comunidades rurais, principalmente de origem quilombola, possam dar início ao desenvolvimento sustentável e assim reduzir os impactos decorrentes da expansão da base espacial. Durante o encontro, foram discutidas ações para a promoção social das comunidades, titulação definitiva das áreas quilombolas, melhorias nas comunidades, projetos para agricultura no município, bem como pautas para os governantes e instituições parceiras, além de oficinas para jovens como as de papel reciclado e biojóias.

 

Flávio Maximino, da Coordenação de Pesquisa Agroindustrial da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP) explanou sobre o Programa Nacional de Biofortificação de Alimentos, executado pela Coordenadora de Sistemas Agroflorestais do órgão Adelana Santos.

 

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Os alimentos biofortificados surgem como opção para o enfrentamento da desnutrição humana, principalmente em áreas rurais e de origem quilombola que apresentam os índices elevados de carência nutricional de ferro, zinco e vitamina A. Estes alimentos permitem ao produtor rural acesso a cultivares de feijão, arroz, mandioca e batata-doce com maior qualidade nutricional e mais rentável economicamente, o que contribuiria para o desenvolvimento destas comunidades.

 

Em janeiro de 2012 ocorrerá a segunda etapa do fórum com reuniões, diagnósticos e capacitações nas comunidades quilombolas, além de parcerias com instituições como o SENAR, SEBRAE, ACS e a AGERP.

 

 

Em 12/11/11