Facebook Twitter Instagram

Agerp e parceiros qualificam técnicos na Paraíba para Programa Bioma Caatinga

Para_siteMais de trinta profissionais, dentre eles, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, zootecnistas e veterinário, foram qualificados, na semana passada, no município de Sumé no estado da Paraíba (PB), por meio do programa de Inclusão Produtiva da ovinocaprinocultura no Semiárido Bioma Caatinga nos Territórios da Cidadania do Vale do Itapecuru e Baixo Parnaíba.

 

Mais de trinta profissionais, dentre eles, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, zootecnistas e veterinário, foram qualificados, na semana passada, no município de Sumé no estado da Paraíba (PB), por meio do programa de Inclusão Produtiva da ovinocaprinocultura no Semiárido Bioma Caatinga nos Territórios da Cidadania do Vale do Itapecuru e Baixo Parnaíba.

Esta ação é resultante das parcerias entre a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), Fundação Banco do Brasil, Instituto de Agronegócios do Maranhão, (Inagro), Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas do Estado do Maranhão, (Sebrae) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, (Senar).

O treinamento teve como objetivo principal, orientar aos participantes quanto a assistência aos agricultores familiares das comunidades ligadas aos municípios de Vargem Grande, Santa Quitéria, Chapadinha, Pirapemas, Itapecuru-Mirim, Nina Rodrigues e Brejo. Seiscentos pequenos produtores receberão, no período de um ano (12 meses), informações sobre tecnologias que envolvem a criação deste tipo de animais.

Os agentes participantes do curso na Paraíba, foram selecionados a partir das visitas nas localidades inseridas no Programa feitas por técnicos desta Agência. Além da seleção, a Agerp participará do Programa com a entrega de kits que será usado durante o manejo dos animais no campo.

Plano de Trabalho

O plano de trabalho prevê o envolvimento dos agentes de forma a suprir parte da limitação encontrada nos agricultores familiares com aptidão para a produção de ovinocaprinos. Além disso, eles terão a missão de disseminar conhecimentos sobre a produção e comercialização, agroecologia, sustentabilidade, financiamento rural, além de exercitá-los na prática junto aos beneficiários do projeto.

Também está previsto no Bioma Caatinga, a atuação dos técnicos como educadores sociais, buscando aliar teoria à prática a partir da realidade local, bem como orientar os agricultores no que diz respeito à produção agropecuária, promover a mobilização e articulação da comunidade rural em prol do desenvolvimento sócio-econômico e ambiental e de valorização da cultura local e finalmente, contribuir para o desenvolvimento integrado e sustentável.

O coordenador do Programa e técnico da Agerp, Mauro Borges, falou das aulas práticas realizadas no campo pelo técnico da Emater (PB), Aldomário Rodrigues, um dos maiores especialistas na prática e manejo da ovinocaprinocultura daquele estado.

“Espero que esta iniciativa venha mudar a realidade das comunidades envolvidas com qualidade e melhor poder de incrementação nas atividades executadas, como a produção do leite e carne e que em pouco tempo, tenhamos resultados positivos”, ressaltou o presidente da Agerp, Jorge Fortes.

Já para o veterinário e coordenador da equipe, Mauro Borges, esta foi um excelente oportunidade para conhecer melhor a criação e o manejo destes animais. Borges destaca a cultura de caprinos e ovinos, onde segundo ele, é uma atividade tradicional no interior da Paraíba, que tem movimentado nos últimos sete anos mais de R$ 35 milhões no Estado, o que comprova, ainda segundo ele -, que a rusticidade desses animais e a adaptabilidade a climas áridos, permitem a disseminação de sua criação na Paraíba e de maneira geral, no Nordeste.

“Estou bastante otimista com o Programa e prevejo mudança na vida dos agricultores envolvidos no processo em bem pouco tempo”, ressaltou.

 

Agerp tem mais um projeto aprovado pelo MDA

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar (Sedes), teve mais um projeto aprovado na seleção de entidades executoras de assistência técnica e extensão rural.

Trata-se da Chamada Pública, lote 13, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que visa o acompanhamento de famílias do Território Campos e Lagos,- (Arari, Cajari, Matinha, Penalva, Viana, Vitória do Mearim, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, Pedro do Rosário, São Bento, São João Batista e São Vicente de Férrer) -, em situação de extrema pobreza (Chamada Pública SAF/ATER nº 02/12).

O projeto elaborado pelo Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural – (DATER/SAF/MDA), orienta entidades públicas e privadas para contratação e execução de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) em municípios específicos dos estados da região Nordeste.

O objetivo é prestar serviço de Ater destinado às famílias em situação de extrema pobreza (família com renda mensal per capita de até R$ 70,00), no âmbito do Plano Brasil sem Miséria, compreendendo o planejamento, execução e a avaliação de atividades individuais e coletivas, com vistas à inclusão produtiva, promoção da segurança alimentar e incremento da renda.

Por meio dele, serão beneficiadas em todo o território nacional, um total de 93 mil famílias de agricultores. Outro item referendado no projeto macro do MDA é que mulheres e jovens devem ser considerados beneficiários ativos e iguais receptores de todas as orientações.

“A Agerp vem buscando fortalecer o atendimento aos agricultores familiares por meio de captação de recursos do Estado, de forma a melhorar a estrutura da instituição e ampliar as ações do campo”, ressaltou o presidente da Agerp, Jorge Fortes, ao afirmar ser esta iniciativa do MDA e dos governos estaduais, uma excelente medida para erradicar a extrema pobreza nos estados nordestinos.

Brasil sem miséria

O Plano Brasil Sem Miséria agrega transferência de renda, acesso a serviços públicos, nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, e inclusão produtiva, com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil.

Por meio dessa e de outras iniciativas, o Governo Federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas. As famílias extremamente pobres que ainda não são atendidas serão localizadas e incluídas de forma integrada nos mais diversos programas de acordo com as suas necessidades pela equipe técnica, que será treinada para esse fim.

A Chamada Pública SAF/DATER tem essa preocupação. Por isso, buscou selecionar os executores do programa, órgãos e entidades que apresentassem os melhores projetos sob o aspecto técnico e melhor capacidade estrutural.

A Agerp foi vencedora do lote 12, que já se encontra em execução na região do Baixo Parnaíba, com atendimento a 4.100 agricultores. E agora, venceu também o lote 13, que beneficiará 5.400 famílias, com recursos no valor de R$ 10.635.876,76. Neste, estarão envolvidos no atendimento aos agricultores familiares, 87 profissionais, sendo 81 técnicos e seis coordenadores.

Outra preocupação do MDA foi quanto à divisão dos municípios dos estados da região Nordeste, que neste caso tem a peculiaridade de agrupar em lotes, seguindo critérios de concentração de pobreza, proximidade, acessibilidade, área e número de agricultores familiares. O atendimento seguirá o cronograma de execução de serviços cujo prazo é de dois anos iniciando em no máximo sessenta (60) dias, a contar da data da divulgação do resultado da seleção.

Agerp vence mais uma Chamada Pública para atender o Território Campos e Lagos

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar (Sedes), teve mais um projeto aprovado na seleção de entidades executoras de assistência técnica e extensão rural.

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar (Sedes), teve mais um projeto aprovado na seleção de entidades executoras de assistência técnica e extensão rural.

Trata-se da Chamada Pública, lote 13, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que visa o acompanhamento de famílias do Território Campos e Lagos,- (Arari, Cajari, Matinha, Penalva, Viana, Vitória do Mearim, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, Pedro do Rosário, São Bento, São João Batista e São Vicente de Férrer) -, em situação de extrema pobreza (Chamada Pública SAF/ATER nº 02/12).

O projeto elaborado pelo Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural – (DATER/SAF/MDA), orienta entidades públicas e privadas para contratação e execução de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) em municípios específicos dos estados da região Nordeste.

O objetivo é prestar serviço de Ater destinado às famílias em situação de extrema pobreza (família com renda mensal per capita de até R$ 70,00), no âmbito do Plano Brasil sem Miséria, compreendendo o planejamento, execução e a avaliação de atividades individuais e coletivas, com vistas à inclusão produtiva, promoção da segurança alimentar e incremento da renda.

Por meio dele, serão beneficiadas em todo o território nacional, um total de 93 mil famílias de agricultores. Outro item referendado no projeto macro do MDA é que mulheres e jovens devem ser considerados beneficiários ativos e iguais receptores de todas as orientações.

“A Agerp vem buscando fortalecer o atendimento aos agricultores familiares por meio de captação de recursos do Estado, de forma a melhorar a estrutura da instituição e ampliar as ações do campo”, ressaltou o presidente da Agerp, Jorge Fortes, ao afirmar ser esta iniciativa do MDA e dos governos estaduais, uma excelente medida para erradicar a extrema pobreza nos estados nordestinos.

Brasil sem miséria

artesanato_de_afO Plano Brasil Sem Miséria agrega transferência de renda, acesso a serviços públicos, nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, e inclusão produtiva, com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil.

Por meio dessa e de outras iniciativas, o Governo Federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas. As famílias extremamente pobres que ainda não são atendidas serão localizadas e incluídas de forma integrada nos mais diversos programas de acordo com as suas necessidades pela equipe técnica, que será treinada para esse fim.

A Chamada Pública SAF/DATER tem essa preocupação. Por isso, buscou selecionar os executores do programa, órgãos e entidades que apresentassem os melhores projetos sob o aspecto técnico e melhor capacidade estrutural.

A Agerp foi vencedora do lote 12, que já se encontra em execução na região do Baixo Parnaíba, com atendimento a 4.100 agricultores. E agora, venceu também o lote 13, que beneficiará 5.400 famílias, com recursos no valor de R$ 10.635.876,76. Neste, estarão envolvidos no atendimento aos agricultores familiares, 87 profissionais, sendo 81 técnicos e seis coordenadores.

Outra preocupação do MDA foi quanto à divisão dos municípios dos estados da região Nordeste, que neste caso tem a peculiaridade de agrupar em lotes, seguindo critérios de concentração de pobreza, proximidade, acessibilidade, área e número de agricultores familiares. O atendimento seguirá o cronograma de execução de serviços cujo prazo é de dois anos iniciando em no máximo sessenta (60) dias, a contar da data da divulgação do resultado da seleção.

Mais de 6 mil agricultores são beneficiados pelo Garantia Safra

Agricultoras_familiares_exibem_hortalias

Agricultores que aderiram ao Programa Garantia Safra 2011/2012 começaram a receber seus benefícios desde o início deste mês. Com a medida são beneficiados 6.062 agricultores familiares dos municípios de Anapurus, Belágua, Brejo, Chapadinha, Codó, Duque Bacelar, Mata Roma, Nina Rodrigues, Presidente Vargas e Vargem Grande.

 

 

Agricultores que aderiram ao Programa Garantia Safra 2011/2012 começaram a receber seus benefícios desde o início deste mês. Com a medida são beneficiados 6.062 agricultores familiares dos municípios de Anapurus, Belágua, Brejo, Chapadinha, Codó, Duque Bacelar, Mata Roma, Nina Rodrigues, Presidente Vargas e Vargem Grande.

 

Normalmente, o auxílio de R$ 680,00, é pago em cinco parcelas. Porém, atendendo à solicitação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar (Sedes) e da Coordenação Estadual do Programa Garantia Safra no Maranhão, a Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) vai liberar o benefício em apenas duas parcelas.

 

O Garantia Safra integra um conjunto de programas do Plano Safra 2012/2013 lançado, no dia 18 desse mês, pela governadora Roseana Sarney, pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, e pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Social e Agricultura Familiar, Fernando Fialho, cujos investimentos podem superar a casa dos R$ 430 milhões. “São recursos fundamentais para o crescimento econômico e social do Maranhão, reduzindo as desigualdades regionais e socais. A agricultura, sem dúvida, contribuirá de forma significa para a redução da pobreza extrema no Maranhão”, afirmou o secretário Fernando Fialho.

 

Dos recursos que vão ser aplicados no Maranhão, R$ 300 milhões são do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que financia projetos individuais ou coletivos para gerar renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. O Pronaf possui duas linhas de financiamento: custeio da safra e investimento em máquinas, equipamentos ou infraestrutura de produção e serviços agropecuários ou não agropecuários.

 

Os agricultores familiares serão também orientados para melhor selecionar as linhas de crédito que desejam ter acesso, assegurando sua inserção nos mercados locais e regionais e ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do governo federal, que prevê para o Maranhão recursos de mais de R$ 2 milhões.

 

No Maranhão, segundo o Coordenador Estadual do Programa Garantia Safra no Maranhão, Giancarlo Rosa, vão ser investidos ainda mais de R$ 46 milhões em Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). A finalidade é assegurar aos agricultores familiares capacitação em áreas como gestão, produção, beneficiamento e comercialização das atividades e serviços agropecuários e não agropecuários, inclusive, atividades agroextrativistas, florestais e artesanais.