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Agerp entrega caminhonetes e fortalece a assistência técnica

O gestor da regional de Viana, Marlúcio Mendonça, recebe das mãos do Chefe da Divisão Administra

O gestor da regional de Viana, Marlúcio Mendonça, recebe das mãos do Chefe da Divisão Administrativa da Agerp, Sebastião Ferreira, chave da caminhonete 4×4.

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp-MA) deu início à entrega de veículos aos escritórios regionais nesta terça-feira, 16, para garantir atendimento à demanda existente no campo e na melhor execução de todos os programas sociais dos governos Estadual e Federal executados pela Agência.

Os automóveis tipo caminhonete adquiridos pelo Governo do Estado por meio do Programa Viva Maranhão, financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), tem como objetivo garantir melhores condições de trabalho aos técnicos nos seus escritórios e no campo, georeferenciando unidades familiares de produção e projetos, bem como facilitando o deslocamento para desempenho de suas atividades.

São 48 caminhonetes 4×4 que irão fortalecer a infraestrutura da Agerp e dar apoio aos serviços de ATER, no sentido de atender as necessidades e assegurar as ações dos escritórios regionais da Agência, abrangendo os 217 municípios do Estado.

Para o gestor regional de Viana, Marlúcio Mendonça, os carros servirão para dinamizar o serviço de Ater executado pelo escritório que atende treze municípios da baixada maranhense.

DSC02525“Os veículos são adequados no deslocamento na baixada, pois há dificuldades nas estradas e a aquisição de um automóvel desse porte vai viabilizar melhor atendimento às famílias em situação de extrema pobreza atendidas pelo Programa Brasil Sem Miséria e levar os técnicos para realizar atividades das Chamadas Públicas do Baixo Parnaíba”, disse.
O Maranhão é o segundo estado com a população mais miserável do Brasil, onde uma parcela correspondente a 63% encontra-se na zona rural.

A Agerp atua articulando os diversos instrumentos de política pública existentes, tanto em nível federal quanto estadual e municipal, integrando as ações de desenvolvimento agrário, social e de inovação para combater a pobreza extrema no campo.

Fonte: Ascom Agerp

Texto e fotos: Samara Andrade

Pesquisadores querem fortalecer estudos em agroecologia para NE

Saulo Coelho - Dinâmicas de grupo foram a base da metodologia da oficina

Um esforço coletivo, articulado e construído de forma participativa, com voz ativa de todos os envolvidos e foco no fortalecimento das pesquisas em agroecologia para a região Nordeste. Essa foi a tônica da Oficina de Construção de Arranjo de Projetos em Agroecologia da Região Nordeste, realizada em Aracaju nos dias 9 e 10 de dezembro.

Realizado com recursos do Plano de Inovação da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o encontro reuniu diversos pesquisadores e analistas das oito Unidades da Embrapa no Nordeste e de mais quatro Unidades baseadas em outras regiões, além de representantes de entidades parceiras – universidades, órgãos de assistência técnica e extensão rural, ONGs, associações e agentes públicos estaduais e federais de desenvolvimento agropecuário.

A figura do arranjo integra a nova forma de organização da programação de trabalho da Embrapa, que reúne e concentra os esforços de pesquisa e projetos sobre um mesmo tema com o objetivo de fortalecer os resultados para a sociedade. Vinculados a portfólios de projetos que tratam de grandes temas da agricultura brasileira (agroenergia, mudanças climáticas, sistemas de produção de base ecológica, etc.), os arranjos englobam subtemas como agroecologia com recorte regional, diversificação de culturas para determinadas áreas, reprodução animal e produtos específicos (caju, feijão, leite, etc.).

A estrutura e metodologia de arranjos da Embrapa foram apresentadas pelo pesquisador Fernando Campos, do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD). Os detalhes da proposta de arranjo foram apresentados pelo pesquisador Edson Diogo Tavares, da Embrapa Tabuleiros Costeiros, um dos articuladores da iniciativa e apontado como integrante do comitê gestor do arranjo.

Conheça a lista de portfólios de projetos da Embrapa clicando aqui. Para saber um pouco mais sobre os arranjos e conhecer a lista de arranjos aprovados até 2014, clique aqui.

Construção coletiva
Em dinâmicas de grupo e com atividades lúdicas e interativas, os participantes conheceram a estrutura de arranjos da Embrapa e discutiram a formatação do arranjo em agroecologia para o Nordeste, identificando projetos já em execução que podem ser incorporados e novos direcionamentos de pesquisa em áreas que devem ser fortalecidas para promover o avanço de práticas agrícolas de base ecológica na região.

As atividades foram conduzidas por agentes de transferência da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) e do Departamento de Transferência de Tecnologia (DTT), sob a coordenação da pesquisadora Renata Zambello, da Coordenadoria de Programas e Parcerias
do DTT.

Os trabalhos em grupo possibilitaram a definição de temas estratégicos para o arranjo (agrobiodiversidade e sementes; sistemas de produção e insumos; recursos naturais – água, solo e vegetação; agregação de valor e mercados) e temas transversais (metodologias participativas; construção do conhecimento; formação; políticas públicas; desenvolvimento territorial; jovens e gênero). Foram definidos ainda os principais resultados esperados dos projetos num horizonte de dez anos. Esses resultados irão orientar a elaboração das propostas de projetos a serem submetidas na plataforma da Embrapa nesse período.

Dos projetos em andamento discutidos pelo grupo, cerca de 20 devem ser incorporados à proposta do arranjo, e os participantes propuseram outros 20 novos projetos que deverão ser elaborados ao longo dos dez anos. O prazo para submissão da carta-consulta na primeira chamada de 2015 é 30 de janeiro, e os pesquisadores e analistas envolvidos se comprometeram a uma verdadeira força-tarefa para concluir todos os componentes da proposta a tempo de cumprir o prazo.

Fortalecimento
Para o representante da ONG Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), de Juazeiro (BA), José Moacir, a concentração de diversos projetos sobre o mesmo tema na forma de arranjo poderá fortalecer ainda mais a interação da Embrapa com entidades do campo.

“Já vimos mantendo uma parceria importante com a Embrapa Semiárido (Petrolina, PE), há mais de 15 anos. A empresa recebe nossas demandas e desenvolve as pesquisas, transferindo as tecnologias e conhecimentos resultantes para aplicarmos no meio rural. Com a construção do arranjo, esses esforços se estenderão por toda a região, com mais Unidades envolvidas e mais organizações contempladas. Tudo isso demonstra a determinação que a Embrapa tem demonstrado nos últimos anos em fortalecer a agricultura familiar e a agroecologia no Nordeste”, declarou.

A opinião de José Moacir encontra suporte na aprovação recente de projetos da Embrapa no edital do CNPq intitulado ‘Sistemas Orgânicos de Produção de Base Agroecológica’. A Embrapa Tabuleiros Costeiros aprovou o projeto para a implementação do seu Núcleo de Agroecologia, liderado pelo pesquisador Amaury Santos.

No mesmo edital foram aprovados também projetos das seguintes unidades: Embrapa Agrobiologia; Embrapa Algodão; Embrapa Amazônia Oriental; Embrapa Clima Temperado; Embrapa Cocais; Embrapa Meio-Norte; Embrapa Milho e Sorgo; Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e Embrapa Semiárido.

Dos 25 projetos aprovados, dez são da Embrapa. No total, serão investidos R$ 2 milhões do orçamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) e do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que pretendem fortalecer a agenda de agroecologia, que tem como público prioritário os agricultores familiares.

As ações de inovação tecnológica e formações a serem desenvolvidas com os recursos disponibilizados pelo edital estão integradas ao Plano Nacional de Inovação e Formação do MDA, baseado na Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER) e na Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO) e no Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo).

Como é meta da Embrapa a implantação de 20 núcleos de agroecologia previstos no Planapo, o diretor executivo de Transferência de Tecnologia, Waldyr Stumpf, disse que a aprovação desses projetos será de grande importância para a estruturação de arranjos regionais da agenda da Empresa integrando ações de pesquisa e TT da Embrapa com as entidades de Ater e com entidades que trabalham com agroecologia.

Sobre o Planapo
Lançado em outubro de 2014, pelo governo federal, o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) abrange um conjunto de 125 iniciativas atualmente em implementação por meio de 10 Ministérios, sob a coordenação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e estruturado em quatro eixos: produção; uso e conservação de recursos naturais; conhecimento; e comercialização e consumo.

Outra importante aprovação para a Embrapa Tabuleiros Costeiros junto ao CNPq foi a do projeto ‘Núcleo de Extensão em Desenvolvimento Territorial: Agroecologia, Gênero e Participação Política no Campo’, na Chamada CNPq/MDA/SPM-PR Nº 11/2014. A ação é liderada pelo pesquisador da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Eraldo Ramos Filho, e tem a parceria da Unidade da Embrapa, através do pesquisador Edmar Siqueira e da agente de transferência Fernanda Amorim. O projeto marca um novo e importante momento para a política territorial em Sergipe, pois será responsável pela gestão social dos quatro Territórios de Identidade Rural do estado.

 

Fonte: Embrapa

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Balanço de ações é apresentado durante Encontro que reuniu diretores e gestores da Agerp

1Diretores, coordenadores e gestores das Regionais da  Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp-MA), reuniram-se, nesta quinta-feira, (04), no Hotel Calhau, (Litorânea), para juntos discutirem e analisarem as ações que foram desenvolvidas no triênio 2011/2014, por esta Agência.

Na ocasião, foram apresentados projetos exitosos incluindo agroecológicos,  de horticultura, artesanais, dentre outros. Um a um, desenvolvidos e implantados por cada regional, o que juntos beneficiaram dezenas de famílias de agricultores em todo o estado do Maranhão. Ainda na oportunidade, foram apresentados,  atividades como Dia de Campo, Feiras e Exposições.

O presidente Jorge Fortes encerrou a reunião destacando a importância do papel do servidor público no cumprimento das ações, não somente da Agerp, mas também de todo o Governo do Maranhão.

Fortes falou durante sua apresentação, de conquistas que influenciaram na melhoria da qualidade de vida dos agricultores familiares, por meio de  investimentos feitos nestes últimos três anos. Ele destacou a aquisições de veículos e  equipamentos tecnológicos, (computadores, tablets e aparelhos de GPS’s), segundo ele, todos essenciais para um trabalho de qualidade dentro e fora do campo.

“Esse avanço que vemos hoje é fruto do nosso empenho do nosso trabalho. Sem essa iniciativa nada seria possível. Vemos isso nas mudanças que ocorreram nas Regionais, onde  cada um deu sua contribuição para o desenvolvimento do Estado”, destacou, ele.

Para o coordenador de Assistência Técnica e Extensão Rural, Josenildo Cardoso, a reunião teve sua importância como uma forma de  repassar ao próximo governo, todas as ações e  atividades realizadas ao longo desses três anos, em que esteve à frente esta equipe.

2“Tivemos a oportunidade de promover um intercâmbio entre  todos os gestores   Regionais. É importante ressaltar que o trabalho da Agerp não é apenas prestar assistência técnica e desenvolver projetos para agricultores familiares, mas também, de  a divulgadora de políticas públicas sociais a esse segmento para que todos  conheçam e sejam inseridos e beneficiados e passem a ter acesso a uma vida digna”, disse Cardoso enfatizando o papel do técnico agropecuário que vai ao campo motivado em mudar a vida de famílias que vivem no campo.

Os gestores regionais aproveitaram o momento para agradecer ao presidente Jorge Fortes e a diretora de Assistência Técnica e Extensão Rural, Thelma Aragão, por ter confiado a eles  a oportunidade de fazer parte de uma equipe que priorizou a vida de pessoas e  de dar à elas a chance de viver melhor.

“A Agerp fez aquilo que lhe foi possível, desempenhou metas e ultrapassando muitas delas. Tenho orgulho de fazer parte desta equipe, de ser um profissional que exerceu seu dever como profissional, mas que também como cidadão,  lutando  pelos menos favorecidos”, ressaltou o gestor de Timon, Carlos Alberto Ferreira ao destacar que a sua  Regional levou serviços de assistência técnica  a mais de 900 agricultores familiares, ao tempo que resgatou o crédito fundiário na região.

Fonte: Sedes/ Agerp

Texto: Samara Andrade/ Leocândida Rocha

Fotos: Samara Andrade

Ministro destaca avanço nas políticas públicas para a agricultura familiar

A implementação de políticas públicas, o desenvolvimento rural e a reforma agrária foram temas abordados pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, na “Oficina sobre boas práticas das organizações associativas, cooperativas e experiências de integração com movimento sindical na Agricultura Familiar”. O encontro foi nesta terça-feira (2), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), em Brasília.

O ministro ressaltou a importância das políticas públicas do Governo Federal e do diálogo com os movimentos sociais. “Nesse encontro iniciamos o balanço de governo, seguramente um balanço positivo. A presidenta da República, Dilma Rousseff, avançou muito nas políticas agrícolas, no crédito, na agricultura familiar, nos programas do seguro agrícola, nos programas de assistência técnica, entre outros”, afirmou.

Segundo Rossetto, os programas do Ministério do Desenvolvimento Agrário contribuem para o desenvolvimento do país. “Todos os programas formam um conjunto que vem apoiando a produção de alimentos dos agricultores familiares do Brasil. Esses programas desenvolvem as regiões do nosso país, trazem dinamismo e melhorias na qualidade de vida das comunidades rurais e dos municípios do país inteiro”, afirmou.

O encontro reúne representantes da Contag de todo o país e segue até a quinta-feira (4). O objetivo do evento é debater a ação sindical em sua interação com programas e políticas públicas de desenvolvimento rural.

O MDA participa junto com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) dos painéis da oficina.

Fonte: ASCOM/MDA

Oficinas de comercialização capacitam comunidades quilombolas

Ampliar a comercialização de produtos quilombolas para o mercado de compras institucionais do governo federal é o objetivo das Oficinas de Comercialização para Comunidades Quilombolas, que começam a partir desta quinta-feira (27). Bahia, Maranhão, Minas Gerais e São Paulo são os primeiros estados a serem contemplados com a ação realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

A iniciativa vai capacitar representantes de comunidades quilombolas e técnicos de chamadas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para acessarem o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que levam alimentos para unidades públicas de ensino e às populações em situação de insegurança alimentar.

O coordenador de Políticas para comunidades quilombolas do MDA, Quêner dos Santos, explica que a produção quilombola é voltada para a subsistência e estas oficinas contribuirão para o aumento da renda de famílias que vivem em situação de pobreza. “Principalmente com o Plano Brasil Sem Miséria, as famílias estão gerando excedentes e o mercado institucional é um espaço privilegiado para o escoamento desta produção. Comercializando com estes mercados, elas poderão qualificar a produção e aumentar a renda.”

As delegacias do MDA de cada estado farão a identificação de quais comunidades estão aptas a participar dos programas e entrarão em contato com os representantes para convidá-los para a capacitação. As comunidades que recebem chamada pública de assistência técnica do Plano Brasil Sem Miséria serão priorizadas na participação das oficinas. Também serão identificados os territórios que possuem maior potencial para ampliar a produção e comercialização das comunidades quilombolas.

A ação é uma parceria entre MDA e Incra, com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Social (SEPPIR), Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

 

Ouça aqui a matéria de rádio.

 

Serviço
Oficinas de Comercialização para Comunidades Quilombolas

Bahia
Data: 27 de novembro (quinta-feira)
Local: Curaça

Data: 04 de dezembro (quinta-feira)
Local: Simões Filho

Data: 05 de dezembro (sexta-feira)
Local: Cachoeira

Minas Gerais
Data: 9 de dezembro (quinta-feira)
Local: Não definido

Maranhão
Data: 11 (oficina) e 12 (feira com produtos quilombolas)
Local: Alcântara

São Paulo
Data: 12 e 13 de dezembro (sexta-feira e sábado)
Local: Eldorado

 

Fonte: Ascom/MDA