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2015 será o Ano Internacional dos Solos

imagem 2A iniciativa pretende colocar em evidência o recurso natural não renovável e atentar a população para a necessidade de mais preservação do solo.

“O assunto é solo, justamente por ser um recurso natural, que é a base para a produção de alimentos saudáveis e de qualidade. Estamos perdendo os solos e precisamos colocar mais atenção na preservação dessa base produtiva. A ideia é que os produtores tomem consciência do que está ocorrendo com os solos e como podemos ter boas práticas de preservação”, afirma o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic.

Segundo Bojanic, a FAO pretende usar o ano para melhorar a relação dos produtores com os solos, fazendo com que os agricultores produzam mais, preservando o recurso natural.

“No ano da Agricultura Familiar demos mais importância para a dimensão social, agora estamos dando enfoque na dimensão ambiental, do recurso e da relação entre meios de produção e pessoas. Estamos pensando na necessidade de produzir alimentos para o futuro conservando os solos”, diz.

Para o coordenador da Assessoria Internacional do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Caio França, a agricultura familiar é protagonista na preservação e recuperação do solo, mesmo com áreas de até quatro módulos fiscais.

“Necessariamente, os produtores não podem deixar o solo se degradar. Há uma preocupação fundamental de todos os envolvidos na agricultura familiar em preservar esse recurso natural. O AIS 2015 vai orientar tanto os agricultores como os órgãos de governo na preservação do solo”, salienta o coordenador.

No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é o órgão responsável por difundir o AIS 2015. A pasta criou um comitê, unindo governo federal e sociedade civil para promoverem o assunto. Uma série de eventos está sendo planejada para o decorrer do ano, como ocorreu com a agricultura familiar no ano passado.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário

Moradores de áreas rurais podem fazer pré-matrícula no Pronatec Campo

Cada pessoa pode fazer até três cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) por ano e um curso técnico

Cada pessoa pode fazer até três cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) por ano e um curso técnico

Os interessados devem procurar as delegacias do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), os sindicatos dos Trabalhadores Rurais, as secretarias de Agricultura ou órgão similar que presta assistência técnica e extensão rural para saber os cursos ofertados na região, verificar a disponibilidade de vaga e fazer a pré-matrícula. A confirmação da inscrição ocorrerá nas unidades de ensino, a partir de março.

Segundo o MDA, os cursos mais procurados são o de agricultor familiar, horticultor orgânico, agricultor orgânico, agente de desenvolvimento cooperativista, bovinocultor de leite, avicultor, fruticultor, auxiliar de agropecuária, piscicultor e preparador de doces e conservas.

Cada pessoa pode fazer até três cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) por ano e um curso técnico. Os cursos FIC servem para a qualificação profissional, dão certificado de formação e têm carga horária mínima de 160 horas. Os cursos técnicos também dão diploma e têm duração mínima de um ano, além da carga horária prevista para o estágio profissional supervisionado.

Se sobrar vagas, as turmas serão abertas para inscrição online e qualquer pessoa poderá se inscrever nas vagas remanescentes pelo portal do Pronatec, dez dias antes do início do curso.

De acordo com informações do MDA, entre 2012 e 2014 mais de 27 mil matrículas foram feitas para 175 cursos do Pronatec Campo, formando cerca de 1,5 mil turmas. A metodologia do programa intercala um período de convivência na sala de aula com outro no campo.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

Criação de peixes em Anajatuba servirá de modelo para piscicultura no Maranhão

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Açude cercado por bananeiras, piscicultura e fruticultura.

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp) realizará o acompanhamento do projeto de criação de peixes na comunidade Pacas, área rural do município de Anajatuba, na Baixada Maranhense, para possibilitar sua replicação a outras regiões do Maranhão.

O projeto tem baixo custo e gera um impacto ambiental positivo ao utilizar espécies nativas. Na época de cheias, os peixes se espalham pelos campos alagados e quando as águas baixam vão para os tanques construídos com mais de dois metros de profundidade que permanecem cheios durante a estiagem, garantindo a preservação destas espécies. Com 12 açudes de 200m de extensão e 42 famílias de agricultores beneficiadas, garante o desenvolvimento econômico a partir da utilização equilibrada das riquezas naturais, o que é uma bandeira defendida e estimulada pelo atual Governo.

Cerca de uma tonelada de peixes já foi produzida desde o início do projeto há dois anos. A característica argilosa da terra, uma vantagem a mais, contribui para evitar a infiltração da água armazenada. “Tudo é da natureza, a água e os peixes que são nativos e não precisam de ração”, explica o idealizador e executor do projeto, Eduardo Castelo Branco.

O Coordenador de Assistência Técnica e Extensão Rural da Agerp, que esteve no município, junto com secretário de Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares e do diretor fundiário do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão, Francisco Silva Freitas (Iterma), destacou a importância da existência de projetos desta natureza para o crescimento do Maranhão: “Só podemos falar de desenvolvimento econômico para o agricultor familiar se este estiver aliado à preservação ambiental. É por isso que projetos como estes devem ser multiplicados e reconhecidos como potencial estratégico para o desenvolvimento econômico e consequente melhoria do IDH do nosso estado”, ressaltou Pedro Pascoal.

Agerp apresenta plano de articulação entre Governo do Maranhão e Ministério do Desenvolvimento Agrário

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À esquerda, o presidente da Agerp, Fortunato Macedo com o Ministro Patrus Ananias

O ministro de Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, recebeu na manhã desta sexta-feira (23), em Brasília, o presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp/MA), Fortunato Macedo, para uma reunião de articulação institucional.

Na ocasião, estiveram presente o governador do Maranhão, Flávio Dino, o secretário de Agricultura Familiar do Maranhão, Adelmo Soares, e o presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), Mauro Jorge.

 A parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para a ampliação do apoio técnico ao agricultor familiar e aos beneficiários do programa nacional de crédito fundiário do estado foi uma das pautas apresentadas pelos representantes do governo, em busca de melhoria para a vida dos maranhenses.

Patrus Ananias anunciou a vinda ao Maranhão em fevereiro e afirmou: “O Maranhão é uma das nossas prioridades pelas necessidades apontadas. Vou acompanhar as solicitações de perto, pois tenho um carinho muito grande pelo estado”, disse o ministro.

Entre as necessidades do estado estão à melhoria dos mais de mil assentamentos da reforma agrária, a priorização de projetos na zona rural e a garantia de comercialização dos alimentos produzidos pelos agricultores familiares maranhenses.
Para o Governador, apostar no desenvolvimento dos assentamentos e dos produtores de pequena escala é a melhor saída para combater os problemas sociais no campo. “Reforçar a agricultura familiar no Maranhão é uma das nossas cinco prioridades, pois é a melhor maneira de controlar a pobreza rural. Vamos dar condições melhores para que esses agricultores possam produzir e tenham certeza de comercialização, para terem melhores condições de vida”, disse Flávio Dino.

Presidente da Agerp acompanha Cerimônia de posse da nova diretoria do Sinrural

SinruralO presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), Fortunato Macedo, na noite da última quinta-feira (22), participou da cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato Rural de Imperatriz (Sinrural), no auditório Juca Machado, localizado no Parque de Exposições Lourenço Vieira da Silva, em Imperatriz.

Fortunato Macedo aproveitou para parabenizar a nova diretoria, em especial o Diretor Renato Pereira: “o Sinrural representa uma importante parceria para a Agerp, que fortalece o estado com o objetivo de lidar com as dificuldades do agronegócio”, destacou o presidente ao cumprimentar o novo diretor do Sinrural.

Presença – Além dos produtores rurais e representantes de órgãos vinculados à agropecuária, participaram da cerimônia de posse: Deoclides Macedo; presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), Sebastião Anchieta; presidente da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII), Jairo Almeida; o vereador Carlos Hermes e representantes do SEBRAE.

Agerp discute com governador, Agricultura Familiar e Iterma, ações do programa “Mais IDH”

RepresentantesNo intuito de discutir ações a serem desenvolvidas nos 30 municípios do Maranhão com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM), na última terça-feira (20), o governador Flávio Dino esteve reunido com o presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), Fortunato Macedo, o secretário de Agricultura Familiar, Adelmo Soares e o presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), Mauro Jorge.

Os representantes decidiram, durante o encontro, a criação do Comitê Gestor do Plano de Ações Mais IDH. O comitê terá a função de promover as políticas públicas de combate ao analfabetismo, melhorar a estrutura dos prédios escolares, fornecimento de água, habitação, geração de emprego e renda e incentivo à produção na agricultura familiar.

O governador Flávio Dino defende a importância das ações da AGERP/MA como forma de estimular a geração de renda e desenvolvimento econômico para os maranhenses, melhorando os atuais índices de IDHM do Estado.