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Agerp participa de intercâmbio institucional com entidades de assistência técnica de Extensão Rural do NE

O Governo do Maranhão esteve presente, nesta quarta-feira (28), por meio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SAF), e responsável por promover a Assistência Técnica de Extensão Rural (Ater) no Estado, no intercâmbio institucional, realizado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG).

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Presidente da Agerp, Fortunato Macedo, participou de encontro com representantes de empresas de Assistência Técnica de Extensão Rural dos estados do Nordeste. Foto: Divulgação

O evento que aconteceu em Belo Horizonte teve por objetivo promover a troca de experiências entre os parceiros do Brasil e contou com a participação de representantes de empresas de Assistência Técnica de Extensão Rural (Ater) dos estados do Nordeste.

Durante a visita os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o modelo de gestão da Emater-MG e as diretrizes do seu departamento técnico, que engloba ações voltadas para as cadeias do café e leite, preservação ambiental, inclusão produtiva e comercialização.

O presidente da Agerp, Fortunato Macedo, presente no evento, afirmou que as instituições de Ater do Brasil caminham de maneira unificada para melhorar a qualidade de vida das famílias rurais. “Trata-se de um momento de análise, de conhecer processos vividos por outros estados, onde somos levados a buscar subsídios para novas políticas públicas e replicar experiências exitosas no campo. Para as instituições de Ater, em especial para a Agerp, que vive um novo momento na agricultura familiar no Maranhão, o intercâmbio vai auxiliar na intervenção no meio rural, melhorando a vida do homem do campo, com a troca de diversos saberes aqui vivenciados”, disse.

Participaram da reunião representantes do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí; Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte; Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas; Instituto Agronômico de Pernambuco; Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural; Ministério de Desenvolvimento Agrário; e Secretaria de Desenvolvimento Agrário de Minas Gerais.

 

Veja também : Portal do Governo 

Agerp promove Dia Especial de Extensão Rural em São José de Ribamar

O Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF), em parceria com a prefeitura de São José de Ribamar, promoveu na última quarta-feira (21), a primeira edição do Dia Especial da Extensão Rural, com ciclo de palestras sobre as principais políticas públicas voltadas para a agricultura familiar.

Realizado no auditório da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura (Semtuc), o evento contou com a participação de representantes de diversas entidades ligadas à agricultura familiar do município. Cerca de 70 participantes tiveram oportunidade de ampliar o conhecimento sobre os benefícios oferecidos por essas políticas públicas voltadas ao homem do campo, para então montar uma estratégia de acesso para as famílias, colaborando com o fortalecimento do setor no Estado.

 

Durante a primeira parte do evento, os líderes de associações, sindicatos e movimentos sociais assistiram às palestras: “Políticas Públicas voltadas ao segmento agropecuário”, ministrada por representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa de Compras e Produtos da Agricultura Familiar (Procaf), ministrada pelo Superintendente de Comercialização (SAF), Sayd Zaidan.

Foram realizadas também, palestras informativas com a apresentação da metodologia de operacionalização do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e sobre a linha de crédito ‘Agroamigo’, ambas realizadas por representantes do Banco do Nordeste.

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Para o presidente da Agerp, Fortunato Macedo, o objetivo da Extensão Rural é contribuir para o desenvolvimento do campo. “A Agerp, órgão de Assistência Técnica e Extensão Rural no Estado, com a ajuda de instituições parceiras, tem como função proporcionar dias como esse, de troca de conhecimentos e experiências, tendo sempre em vista a melhoria da qualidade de do agricultor familiar e valorização do trabalho dos extensionistas, uma vez que são eles os agentes de transformação da vida do homem do campo”, disse.

A palestra “Política de sanidade animal e vegetal”, ministrada pela equipe técnica da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), deu início ao segundo momento do evento, que contou ainda com a participação do presidente Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Maranhão (Procon/MA), Duarte Junior, prestando orientação aos participantes sobre os aspectos importantes nas relações de consumo. Encerrando o ciclo de palestras, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) trouxe para o público mais informações sobre Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), em seguida, a Secretaria Municipal de Agricultura Pesca e Abastecimento (Semagri) apresentou as principais ações desenvolvidas pela entidade.

Secretário de Agricultura de São José Ribamar, Pedro Oscar de Melo Pereira; presidentes da Agerp, Fortunato Macedo e do Procon, Duarte Junior; gestor Agerp, Ananias Sousa; e diretor de Ater, Pedro Pascoal.

Secretário de Agricultura de São José Ribamar, Pedro Oscar de Melo Pereira; presidentes da Agerp, Fortunato Macedo e do Procon, Duarte Junior; gestor Agerp, Ananias Sousa; e diretor de Ater, Pedro Pascoal.

 

O gestor do escritório regional da Agerp São Luís, Ananias Sousa, um dos organizadores do Dia Especial de Extensão Rural, adiantou que o evento terá continuidade nos outros municípios atendidos pela regional. “Realizaremos até o final do ano mais edições do evento em São Luís, Alcântara, Raposa e Paço do Lumiar, levando de maneira dinâmica a informação para os representantes dos agricultores familiares, figuras que de forma informal irão multiplicar o conhecimento no campo”, disse o gestor.

 

Confira : Portal do Governo 

Agerp Bacabal promove reabertura do centro de captação do leite em Vitorino Freire

Nesta quarta-feira (21), a equipe técnica da regional Agerp em Bacabal participou da reabertura do centro de captação do leite em Vitorino Freire, município que integra a Bacia Leiteira do Médio Mearim. Presentes na ocasião, o prefeito de Vitorino Freire, Zé Leandro, diversos secretários municipais e a gestora da Agerp Bacabal, Solaneide Rezende.

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As bacias leiteiras mais importantes do Maranhão são a Tocantina, no oeste, e a do Médio Mearim, no centro do Estado, um dos maiores produtores de leite do nordeste.

Agerp Presidente Dutra discute renegociação de dívida rural para agricultores de São Domingos do Maranhão

Na manhã desta quinta-feira (22), a equipe da regional Agerp em Presidente Dutra participou de reunião no município de São domingos do Maranhão, para discutir sobre liberação de novas propostas para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), assim como possibilidade de negociação das dívidas rurais, proporcionando mais vantagens ao agricultor e à agricultora familiar do município, que poderão  regularizar a situação perante o agente financeiro.

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A reunião foi realizada no Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de São Domingos e contou com a participação do prefeito de São Domingos do Maranhão, Cleber Andrade; do gestor regional da Agerp, Wagner Urbano; do superintendente do Banco do Brasil, Ronaldo Alves; secretário de agricultura do município, Evani Torres; representantes dos sindicatos rurais, movimentos sociais ligados à agricultura familiar; equipe técnica da Agerp e Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged).

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Governo incentiva modelo de produção sustentável para agricultores em Arame

No povoado Vila Nonata, localizado no município de Arame, oito famílias de agricultores familiares dividem um sistema de produção que depende de uma pequena área e poucos recursos para garantir o sustento e renda. É o modelo de produção conhecido como “Mandala”, que tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida do homem do campo e o equilíbrio ambiental.

O Sistema Mandala se caracteriza de maneira sustentável com uma horta de estrutura circular, de plantio diversificado, que utiliza a irrigação comunitária em canteiros projetados ao redor de um único reservatório de água, que facilita o manejo, a colheita, permitindo que o agricultor explore de maneira eficaz e racional os recursos hídricos e naturais.

As hortas ecológicas do Sistema Mandala integram um projeto que começou há quatro anos no povoado, executado pelo Governo do Estado, por meio da assistência técnica promovida pela Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SAF), na regional do município de Barra do Corda.

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Produtores que participam do modelo de produção sustentável conhecido como “Mandala”. Foto: Divulgação

O grupo de agricultores líderes que compõem a sociedade, formado por Antonia da Cunha, Maria da Conceição, Francisco Monte, Raimunda Pereira, Domingos da Silva, Tenório Sousa, Tereza Almeida e Robenilton Nascimento, utilizam a área de um hectare para o cultivo simples de produtos essencialmente orgânicos, como alface, cebolinha, cheiro-verde, feijão, milho, entre outras culturas.

Modelo de produção “Mandala” desenvolvido por um grupo de agricultores familiares no povoado Vila Nonata, no município de Arame. Foto: Divulgação

Modelo de produção “Mandala” desenvolvido por um grupo de agricultores familiares no povoado Vila Nonata, no município de Arame. Foto: Divulgação

Os agricultores familiares selecionados participaram do processo de capacitação e orientação técnica, realizado pela equipe da Agerp na regional, onde aprenderam sobre modelos de tecnologia de baixo custo de produção, diversificação de cultivo com adubação orgânica e montagem do sistema de irrigação sem a utilização de um sistema elétrico.

De acordo com o técnico da Agerp, Charles Albuquerque, que acompanha o projeto desde o início e mensalmente realiza visitas técnicas ao povoado, o Mandala é um sistema alternativo que pode beneficiar o desenvolvimento da agricultura familiar no Estado. “Vivemos em um novo momento, com um governo que olha de fato para o homem do campo. E o Sistema Mandala é uma forma barata e saudável de produção, voltada para a subsistência e comercialização destas famílias, que pode ser referência para outros municípios”.

Para Raimunda Pereira, com o projeto, as famílias tiveram a chance de melhorar de vida. Atualmente os agricultores comercializam a produção em feiras livres da região e cada família chega a receber mais de mil reais por mês. “Somos todos unidos e com isso todos nós ganhamos. Vivemos melhor, com alimentos saudáveis, garantindo a alimentação das nossas famílias e uma renda maior”, disse a agricultora.

Agritec Açailândia recebe 15 mil pessoas e cria oportunidades a produtores do Cerrado

A 1ª Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia (Agritec), que se encerrou no último sábado (10), no município de Açailândia, atraiu cerca de 15 mil pessoas, incluindo expositores e visitantes durante o dia e o público da programação cultural à noite. A Agritec faz parte das ações do Governo do Estado para desenvolver a agricultura familiar no Maranhão, como estratégia de mudança social e econômica no Estado. A Agritec da cidade de Açailândia foi aberta pelo governador Flávio Dino, na última quinta-feira (8).

As Agritecs têm o objetivo de garantir o acesso do agricultor familiar ao conhecimento e às novas tecnologias, de modo que ele possa melhorar a produção quantitativa e qualitativamente. Mas, além disso, as feiras são um espaço reservado à divulgação e comercialização dos produtos dos agricultores familiares e de acesso às instituições financeiras, entre outras oportunidades.

Na Agritec de Açailândia, que também foi chamada de Feira do Cerrado Amazônico, porque reuniu agricultores familiares de 23 municípios do Cerrado Amazônico, os espaços de comercialização de produtos garantiram um volume de negócios de R$ 35.670.  O evento mexeu com a economia local. Os agricultores familiares negociaram produtos, como galinha, frutas, hortaliças, artesanato e derivados do coco babaçu; e comerciantes, fornecedores de serviços e empresários da rede hoteleira também ganharam com o acontecimento inédito na região.

De acordo com o governador Flávio Dino, a realização da Agritec demonstra que a atenção com a agricultura familiar é fundamental para o desenvolvimento sustentável do estado. “Para haver desenvolvimento para todos é fundamental que, no Maranhão, cuidemos da agricultura familiar e do extrativismo, que são o caminho certo para incluir as pessoas no progresso, no desenvolvimento e no crescimento da economia”, afirmou.

Outros R$ 150 mil foram movimentados com o financiamento do Banco do Nordeste para os produtores de Açailândia investirem na produção de leite e derivados e na compra de uma ordenhadeira.

Movimentos sociais
O Movimento Interestadual de Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) participou da Agritec Açailândia com a oferta do curso de ‘Artesanato de Babaçu’, que apresentou experiências em execução, material para processamento e beneficiamento do coco e ‘trançagem’ da palha de babaçu. “A participação do Movimento durante a feira foi muito positiva, estamos levando bons resultados tanto pelas experiências de aprendizado, quanto pela divulgação e comercialização de caixas de farinha de babaçu, azeite e sabonete”, disse Ana Flávia Azeredo, representante do MIQCB.

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) também participou intensamente do evento com exposições e comercialização de seus produtos (alface, arroz, feijão, milho verde, abacaxi, hortaliças, legumes e verduras). Estavam representando o Movimento as comunidades e assentados de João do Vale, Francisco Romão, Nova Vitória, Califórnia e Nova Conquista. Para a Agritec o Movimento solicitou e participou de cursos como criação racional de abelhas, produção de hortaliças, produção de leite e participaram também de mesas redondas e debates.

Sobre a Agritec
A Agritec é uma realização do Governo do Maranhão, por meio do Sistema de Agricultura Familiar – que envolve a Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma).

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As feiras tecnológicas têm o objetivo de reunir produtores rurais e criar um espaço de troca, informações e experiências. “A agricultura familiar está sendo vista como grande propulsora do desenvolvimento do Maranhão. Estamos felizes com mais esta feira e nos próximos meses teremos em Caxias e Bacabal”, afirmou o secretário de agricultura familiar, Adelmo Soares.

Para Açailândia, o Governo do Estado ainda contou com o apoio de parceiros, como a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura do Estado do Maranhão (Fetaema), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) e Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão, (Aconeruq), além da Prefeitura Municipal de Açailândia.

CNH Rural
Durante o lançamento da Agritec em Açailândia, o governador Flávio Dino sancionou a lei que concederá carteiras de habilitação gratuitas a produtores rurais de baixa renda em todo o estado por meio do programa ‘CNH Rural’. O número de vagas anuais a serem oferecidas pelo programa será definido por Decreto do Poder Executivo. As vagas serão distribuídas nos 14 territórios que compõem o Programa de Desenvolvimento Sustentável dos Territórios Rurais do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Também durante os três dias de feira, o Espaço Viva Cidadão, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), emitiu 118 documentos de identidade e 83 cadastros de pessoas físicas (CPF).

 

Fonte: Portal do Governo

Agritec de Açailândia: governo promove capacitação de agricultores e desenvolvimento social

Três dias dedicados à capacitação do agricultor, transferência de conhecimento e ações para desenvolvimento da Agricultura Familiar nos próximos anos, com o olhar voltado para o Território do Cerrado Amazônico: assim será a 1ª Feira da Agricultura Familiar e Agroecologia de Açailândia, que acontece entre os dias 8 e 10 de outubro.

A Agritec é uma realização do Governo do Maranhão, por meio do Sistema de Agricultura Familiar – que envolve a Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma) – e faz parte do compromisso do governador Flávio Dino em desenvolver a agricultura familiar no Maranhão, como estratégia de mudança social e econômica no Estado.

Essa será a segunda Agritec em 2015, a primeira ocorreu em São Bento, no Território de Campos e Lagos, da Baixada Maranhense, e atraiu mais de quatro mil visitantes e agricultores capacitados. Após Açailândia, ainda ocorrerão mais duas Feiras, em Caixas e em Bacabal. Ao todo, espera-se alcançar cerca de 80 municípios do Estado com as feiras.

Para a regional de Açailândia foram mobilizados 20 municípios: Açailândia, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Cidelândia, Itinga do Maranhão, São Francisco do Brejão, São Pedro da água Branca, Vila Nova dos Martírios, Buritirana, Campestre do Maranhão, Davinópolis, Estreito, Governador Edson Lobão, Imperatriz, João Lisboa, Montes Altos, Porto Franco, Ribamar Fiquene, São João do Paraíso e Senador La Rocque.

Para Açailândia o Governo do Estado continua contando com o apoio dos parceiros: a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura do Estado do Maranhão (Fetaema), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) e Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão, (Aconeruq), além da Prefeitura Municipal de Açailândia. A programação da Agritec Açailândia acontecerá na Avenida Alexandre Costa, na Vila Ildemar.

O município de Açailândia possui potencial na produção de hortaliças, além de contar com sólido cultivo de milho, melancia, mandioca, arroz e feijão. Com a chegada da Agritec espera-se que seja melhorada a produção dessas culturas, por meio do intercâmbio de conhecimento e capacitação dos produtores em várias áreas.

A programação da Agritec conta com simpósios, mesas-redondas, oficias e exposição de ovinos e caprinos, cursos de beneficiamento de frutas, cultivo de peixes. O Sistema de Agricultura Familiar do Estado levará para a Agritec equipes de profissionais capacitados para fornecer informações e tirar dúvidas sobre seus programas e ações, tais como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que tem o Maranhão como estado número um em execução no Brasil; o Programa de Compras da Agricultura Familiar (Pronaf); Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), no âmbito do Plano Mais IDH; Programa Nacional de Crédito Fundiário; pesquisas em agricultura desenvolvidas pela Agerp, além de informações sobre a Titulação de Terras, com o Iterma. As equipes poderão ser encontradas no estande institucional do Sistema.

Participação Agerp

Nesta edição, a Agerp  participa da organização da “Feira e Exposição de produtos da Agricultura Familiar”, assim como participa da  mesa redonda sobre “Tecnologia e inovação na agricultura familiar”, do painel sobre “Experiências inovadoras com agroecologia e sistemas agroflorestais” e também, oferecerá curso e oficina sobre “Criação racional de abelhas”.

 

Fonte: SAF 

 

Maranhão conhece ‘Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar’ desenvolvido na Bahia

Uma comitiva do Governo do Maranhão, coordenada pelo secretário de Estado de Agricultura Familiar, Adelmo Soares, se reuniu com gestores da Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia (SDR), na quinta-feira (1º), quando conheceu experiências de desenvolvimento rural realizadas na Bahia.

Entre as ações analisadas por gestores dos dois estados, o Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (Setaf), que está sendo colocado em prática em 27 Territórios de Identidade da Bahia. O objetivo é articular as políticas públicas e promover a inclusão produtiva dos agricultores familiares baianos.

Para o secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que recepcionou a comitiva maranhense, o intercâmbio é importante, tanto para a Bahia, quanto para o Maranhão, pois proporciona melhorias para os povos tradicionais, para as mulheres do campo e para a juventude rural dos dois estados.

Jerônimo Rodrigues explicou que a experiência do Setaf na Bahia é um modelo de descentralização da política pública do estado. “É uma estratégia para os gestores estarem mais próximos da população do campo. Uma equipe técnica da secretaria assumiu o compromisso de estreitar o intercâmbio com o Maranhão na construção de um plano de desenvolvimento rural”. Nesta sexta-feira (2), a comitiva do Maranhão vai participar da inauguração do décimo quinto Setaf, no município de Irecê (Território de Identidade Irecê) e conhecer a estrutura desse serviço.

A Agência Estadual de Pesquisa  Agropecuária e  Extensão Rural  esteve presente, na figura do o diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), Pedro Pascoal, que integrou a comitiva  maranhense, juntamente com aa secretária-adjunta de Extrativismo da SAF, Luciene Figueiredo; o coordenador de Desenvolvimento Territorial no estado, José Mesquita.

Presentes na reunião, representantes da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), da Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), da Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf), da Coordenação de Pesquisa, Inovação e Extensão Tecnológica (Cepex), da Superintendência de Políticas Territoriais e Reforma Agrária (Sutrag), além da Assessoria de Planejamento e Gestão (APG).

 

Fonte : SAF

 

Pronaf oferece desconto de 70% na dívida de pequenos agricultores

Assentados da reforma agrária ou agricultores familiares que adquiriram terra pelo Programa Nacional de Crédito Fundiário que não conseguiram pagar as parcelas dos grupos “A” e “A/C” do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) têm uma oportunidade para colocar as contas em dia. As dívidas com o Pronaf poderão ser liquidadas com desconto de 70%. Para isso, é necessário fazer a solicitação em uma agência do banco responsável pelo financiamento antes do dia 30 de dezembro.

Pagando as parcelas atrasadas, será possível a solicitação de novas linhas de crédito rural e a participação em políticas públicas como Minha Casa, Minha Vida – que oferece recursos subsidiados para construção de habitação rural -, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), entre outras.

Por isso, é importante a divulgação desta informação. Converse com os vizinhos, os líderes de seu sindicato, com os técnicos da assistência técnica e extensão rural e com as pessoas do banco onde foi contratado o crédito.

Divulguem a medida do governo federal. A divulgação vai possibilitar que mais agricultores aproveitem esta oportunidade. “A nossa expectativa é que com esta ação, cerca de 100 mil famílias possam voltar a acessar as linhas de crédito para a agricultura familiar. Com isso, calculamos que mais de quatro milhões de hectares de terra voltarão a ser utilizados plenamente para a produção, ou seja, estamos viabilizando o aumento da oferta de alimentos e criando condições para que a produção no campo cresça em mais de R$ 2 bilhões”, explica César Aldrighi diretor de Desenvolvimento de Projetos de Assentamentos do Incra.

A medida foi definida pela resolução nº. 4.436, de 24 de setembro de 2015. Metade dos agricultores assentados que pode se beneficiar com a medida está nos estados do Maranhão, Mato Grosso, Pará e São Paulo.

Passo a passo

O agricultor familiar que contratou financiamento do Pronaf dos Grupos “A” ou “A/C”, até dezembro de 2010, e não consegui pagar as parcelas ou contratos deve ir à agência do banco responsável pelo financiamento (Banco do Brasil, Banco da Amazônia ou Banco do Nordeste) com os documentos de identificação – RG e CPF – e verificar como está a dívida.

Os funcionários do banco farão o cálculo do saldo devedor e emitirão o boleto bancário já rebatido de 70%. Por exemplo, o assentado que tem um débito de R$ 10 mil, pagará somente R$ 3 mil.

Quem pode solicitar 

Podem participar os assentados da reforma agrária pelo Incra ou pelo Crédito Fundiário que tenham contratado crédito dos Grupos “A” ou “A/C”, de custeio e investimento, até 31 de dezembro de 2010, que estavam inadimplentes até 30 de dezembro de 2013, podem pagar seus débitos com redução de 70% do valor da dívida. O pagamento deve ser feito antes do dia 30 de dezembro de 2015 no banco onde o financiamento foi contratado.

Fonte : Ministério do Desenvolvimento Agrário