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Chamada pública da sustentabilidade’ atende agricultores familiares em Buriticupu

O Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), realizou entre os dias 23 e 25 de setembro no município de Buriticupu, as Oficinas de Diagnóstico Rápido e Participativo (DRP), que integram as ações da ‘Chamada Pública da Sustentabilidade’, executada no Maranhão pela Agerp, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SAF), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

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A ‘Chamada Pública da Sustentabilidade’ atende a 2.240 famílias, com renda entre 2 até 10 salários mínimos de 17 municípios distribuídos em 6 regiões de planejamento do Estado: Alto Turi, Baixo Turi, Pindaré, Carajás, Mearim e Tocantins. A referida chamada tem por objetivo promover o desenvolvimento e a diversificação sustentável na unidade de produção familiar (UPF) para melhorar a capacidade de produção, elevar a renda e a vida do homem do campo. No município de Buruticupu foram realizadas oficinas nos povoados Quarta Vincinal, Quinta Vincinal e Quadra São João, que totalizaram cem famílias atendidas.

A equipe técnica da Agerp promove durante as atividades a implantação de um novo estilo de agricultura sustentável, com orientações sobre a importância de políticas públicas e uso racional de recursos naturais, levando assistência técnica, extensão rural, proporcionando geração de conhecimento, adaptação das experiências, uso e transferência de tecnologias sustentáveis para a agricultura familiar.

Com oito horas de duração, cada oficina contou com a participação de 20 famílias, as quais, na ocasião, tiveram a oportunidade de discutir sobre as principais necessidades das comunidades, assim como planejar ações que deverão ser executadas juntamente com as esferas municipal, estadual e federal.

A coordenadora do projeto, Angela Santos, destaca a importância da ‘Chamada Pública da Sustentabilidade’ para promover a valorização do agricultor familiar. “Estamos proporcionando a geração de conhecimento voltado para a agricultura sustentável, com uma maior aproximação do agricultor junto às políticas públicas, dando a eles a chance de trabalhar conjuntamente com o poder público, gerando acesso aos mercados locais, regionais e institucionais, e construindo um novo cenário de vida para essas famílias.”, afirmou.

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A ‘Chamada Pública da Sustentabilidade’ estabelece o entendimento da realidade local, para que, dessa forma, os agricultores colaborem para a execução das ações necessárias na construção de uma mudança efetiva, a partir de práticas sustentáveis. Nas oficinas de DRP realizou-se um levantamento das atividades produtivas existentes nas comunidades, considerando as diferentes culturas, criações e identificação das atividades agropecuárias.

Agerp participa de reunião para atualização de dados da produção agrícola em Dom Pedro

Nesta terça-feira (29), a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado a Secretária de Estado da Agricultura Familiar (SAF), participou da reunião de atualização dos dados agrícolas de Dom Pedro, município que integra a regional Agerp de Presidente Dutra. O encontro foi promovido pela Comissão Municipal de Estatísticas Agropecuárias (COMEA), na sede do sindicato de trabalhadores e trabalhadoras rurais.

DOM PEDRO - CORTAR PAREDE

Na ocasião foram avaliadas e aprovadas às informações sobre a área, produção e rendimento médio dos produtos agrícolas de maior importância econômica e social em Dom Pedro, tais como: milho, arroz, feijão, banana e tomate. A atualização dos dados agrícolas, bem como a criação de um sistema permanente de levantamento e divulgação de dados, vai contribuir para a continuação dos projetos existentes e elaboração de novas ações.

Representando a Agerp, a técnica e engenheira agrônoma, Francimar da Costa Vieira (Vieirinha); juntamente com os demais representantes do COMEA: o presidente do sindicato de trabalhadores e trabalhadoras rurais de Dom Pedro, Joao Batista; representando a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged),Hudson ;Instituto Brasileiro de Geografia  e Estatística (IBGE), Elizaldo Quixaba; o gerente do Banco do Brasil em Dom Pedro, Ismael Carvalho e representantes da Secretaria Municipal de Agricultura.

Agerp participa de seminário sobre agricultura de baixo carbono

No último sábado (26) o presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), Fortunato Macedo, participou  do seminário de sensibilização do Programa de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC – Cerrado), realizado em Chapadinha.

O projeto é promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e objetiva incentivar à adoção de práticas sustentáveis para oito Estados do bioma Cerrado, incluindo o Maranhão; divulgar as ações de capacitação de produtores e gestores de fazendas que atuam no bioma Cerrado, sobre Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), política que busca uma produção agropecuária mais sustentável.

O Programa ABC Cerrado é um instrumento de políticas públicas que incentiva o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, priorizando a integração dos sistemas produtivos e a conservação do solo e da água, elementos capazes de colaborar com o aumento da produção e , com isso, melhorar a renda e a qualidade de vida do produtor rural.  A meta para os quatro anos do projeto é capacitar aproximadamente 2 mil produtores rurais de acordo coma demanda de cada região, assim como, promover a formação de 80 técnicos que serão responsáveis por levar assistência técnica e extensão rural (ATER) para 1.600 produtores.

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Durante o seminário, produtores, técnicos, dirigentes sindicais, secretários municipais de agricultura e prefeitos compartilharam experiências e participaram de palestras com temas relacionados como recuperação de pastagens degradadas e integração lavoura/pecuária/floresta.

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Presentes no seminário o Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Agerp, Pedro Pascoal; os gestores regionais da Agerp, Givanildo Ramos (Chapadinha) e Mubaraki Zaki Santos (Itapecuru-Mirim).

 

Governo elabora planejamento estratégico com foco nas cadeias produtivas prioritárias para a regional de São João dos Patos

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF), promoveu nesta segunda-feira (28), em São João dos Patos, o encontro para construção do planejamento estratégico da regional, com a presença do presidente da Instituição, Fortunato Macedo.

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Na ocasião, representantes dos 14 municípios que compõem a regional de São João dos Patos tiveram a oportunidade de identificar e priorizar suas principais necessidades, potencialidades, assim como planejar ações que deverão ser executadas entre 2015 – 2018, com foco nas cadeias produtivas prioritárias: bovinocultura, caprinocultura, piscicultura, mel, milho, feijão, arroz, mandioca e a construção da cadeia de abóbora nos municípios de Paraibano, Colinas e Passagem Franca.

Para Fortunato Macedo todas as regionais da Agerp darão início a elaboração do planejamento estratégico. “Vamos organizar as informações, metas e ações nas 19 regionais que levam assistência técnica e extensão rural aos 217 municípios do Maranhão, no intuito de alcançarmos nosso maior objetivo que é promover a mudança na vida do agricultor familiar”, disse.

A Agerp é o órgão estadual responsável pela disseminação da assistência técnica, extensão rural e pesquisa para os agricultores familiares em todo o Maranhão, realizada por meio dos 19 escritórios regionais. Abrange a agricultura familiar, a pequena e a média agricultura, socializando as novas tecnologias, proporcionando assistência técnica intensiva e continuada, visando à diversificação, a integração, o aumento da produção e produtividade do setor agropecuário.

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Participaram do encontro o diretor de Assistência Técnica da Agerp, Pedro Pascoal; o gestor da regional de São João dos Patos, Edinaldo Quirino; o chefe dos escritórios regionais, Aldean Cavalcante; o técnico e representante da coordenação de assistência técnica da Agerp, Marco Aurélio, toda equipe técnica que atua na regional; o secretário-adjunto de Agricultura, Antonio Henrique Neto; representando a câmara municipal, o vereador Dedé Paulista e representantes do sindicato de trabalhadores e trabalhadoras rurais.

Publicado : Portal do Governo

Agerp promove visita técnica para agricultores familiares em Dom Pedro

 

O serviço de assistência técnica e extensão rural (ATER) constitui um importante instrumento de apoio ao desenvolvimento rural. A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado a Secretaria de Estado da Agricultura familiar (SAF), enquanto irradiador da Ater no Maranhão está levando tecnologia, qualificação e conhecimento para agricultores familiares de todo Estado.

Nesta quinta-feira (24), três agricultores do povoado Centro do Primo, no município de Dom Pedro, receberam orientação técnica da engenheira agrônoma, Francimar da Costa Vieira, que realiza visitas periódicas aos produtores, com informações sobre manejo adequado do solo e da cultura, para que possam aumentar a produção e a qualidade de vida.

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O agricultor Adailton Jesus Lima, em uma área de aproximadamente um hectare, se dedica a plantação de pepino e quiabo. No total, Adailton afirma que são cerca de 600 caixas de pepino por ano, colhidas em três hortas, vendidas com preço médio de R$25,00 e lucro anual em torno de 45 mil.

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A produção de pepino também está presente na vida do agricultor Leone Lucas, que incluiu em sua área o cultivo de 1.200 pés de pimentão 700 pés de pimenta de cheiro.

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Valdeir Almeida, com uma aérea de 6 hectare, mantém plantio de banana e milho. A cultivo do milho teve inicio em abril, gerando uma renda extra para o produtor, que atualmente afirma ter um lucro de 5 mil por mês e considera o milho uma cultura mais rentável. “A colheita do milho é mais rápida, três meses após a semeadura. Tenho uma despesa um pouco maior, mas no final compensa, e ainda pretendo aumentar a produção, de 600 espigas para 1000 por dia”, disse o agricultor.

Agricultores familiares de Urbano Santos recebem financiamento do Pronaf Agroamigo

O Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), vai levar o financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com o Programa Agroamigo, para centenas de agricultores familiares do município de Urbano Santos que já integram o Programa Brasil sem Miséria (PBSM). A Agerp é um órgão vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SAF).

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A ação, realizada em parceria com a Prefeitura de Urbano Santos e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), vai ampliar o crédito rural, auxiliar no aperfeiçoamento dos projetos desenvolvidos e promover maior assistência técnica e extensão rural (Ater) para os agricultores familiares da região de Urbano Santos.

O anuncio foi realizado em evento na sexta-feira (18), no povoado Cajueiro, e contou com a presença de mais de 100 agricultores de comunidades do município. Foram realizadas palestras informativas coma apresentação da metodologia de aplicação do programa, incluindo os projetos que serão financiados e elaboração das propostas de crédito para que os agricultores possam desenvolver as atividades, assim como o acompanhamento que será realizado em um trabalho de cooperação feito pelas entidades.

O Agroamigo é o Programa de Microfinança Rural do Banco do Nordeste, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), para agricultores que se enquadram na linha de financiamento Pronaf B, com renda nos últimos 12 meses de produção normal não superior a R$ 20 mil.

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Os agricultores terão acesso a um financiamento de até R$ 4 mil, que se destina a estimular a geração de renda por meio do financiamento de atividades e serviços rurais agropecuários e não agropecuários. Estes relacionados com turismo rural, produção artesanal, agronegócio familiar e outras prestações de serviços no meio rural, desenvolvidos em estabelecimento rural ou em áreas comunitárias próximas.

Brasil sem Miséria

A Chamada Pública do Baixo Parnaíba, executada pela Agerp, beneficiará 4.100 agricultores na região com o Programa Brasil sem Miséria. A coordenadora da chamada, Solange Pinto, aponta para a importância de mais um benefício disponível para estas famílias. “O trabalho de Ater é visto no cotidiano. Vamos conscientizar o agricultor em relação ao novo financiamento adquirido, para promover a ampliação dos projetos já implantados com o Brasil sem Miséria. Vamos provocar as outras instituições parceiras e promover de maneira concreta a mudança na vida dessas famílias”, afirmou Solange Pinto.

Presentes na reunião o Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Agerp, Pedro Pascoal; o secretário de Agricultura de Urbano Santos, Tomaz de Aquino; o representante do BNB, Kayan Nunes; o assessor de Articulação Política da Regional de Chapadinha, Raimundo Rodrigues; além de representantes de associações do município e a equipe técnica da Agerp.

Beneficiários do Brasil sem Miséria são incluídos no Programa Garantia-Safra

Na última quinta-feira, 17, no município de Magalhães de Almeida, 300 agricultores beneficiários do Programa Brasil sem Miséria (PBSM) foram contemplados com o Programa Garantia Safra, durante reunião de abertura das oficinas de politicas públicas, referente à Chamada Pública do Baixo Parnaíba. A reunião é destinada à prestação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) para agricultores e agricultoras familiares em situação de extrema pobreza, em execução no Maranhão, com ações simultâneas coordenadas pela Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF).

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O anúncio foi feito pelo presidente da Agerp, Fortunato Macedo, junto ao secretário de agricultura do município, Antônio Gomes, que firmarão uma parceria entre os órgãos públicos em prol do agricultor familiar. O programa Garantia-Safra é um seguro para agricultores familiares com renda mensal igual ou inferior a 1,5 (um e meio) salário mínimo, cujo valor para a safra 2015/2016 será de R$ 850 por agricultor, divido em 5 parcelas de R$ 170. O programa visa garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares de municípios sujeitos a perda de produção, em razão de fenômenos naturais como a estiagem, o excesso ou irregularidade das chuvas.

“Temos dois principais objetivos, e também desafios, que são garantir a Ater para as famílias já incluídas no Plano Brasil Sem Miséria e agora dar continuidade ao trabalho, possibilitando mais um benefício social para os agricultores sujeitos a perda de safra, garantindo a produção e mudança na qualidade de vida do homem do campo”, disse Fortunato Macedo.

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O evento prosseguiu com a programação da chamada pública com oficinas diárias, das quais participaram 20 agricultores, por cada modalidade de oficinas. A Chamada do Baixo Parnaíba integra ações do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no âmbito do Programa Brasil sem Miséria, para famílias com renda mensal inferior a R$ 80 per capita. Composta por duas fases, com 18 etapas cada, a chamada beneficiará 4.100 agricultores, divididos em 15 municípios do Estado.

Dentre as atividades da Chamada Pública do Baixo Parnaíba, para os cinco municípios que compõem a segunda fase: Água Doce, Santana do Maranhão, Magalhães de Almeida, Araioses e Tutóia, constam a execução, avaliação de diversas atividades individuais e coletivas, que têm por objetivo o fortalecimento da agricultura sustentável, promoção da segurança alimentar, disponibilização de serviços de assistência técnica, aumento da produção, comercialização e mudança na qualidade de vida destas famílias.

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Estiveram presentes no evento o prefeito da cidade, Tadeu de Jesus Batista, o diretor de Ater da Agerp, Pedro Pascoal e a equipe técnica da Agerp.

 

Fonte: Ascom/Agerp

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Chamada Pública do Baixo Parnaíba atende agricultores de Santana do Maranhão

Dando continuidade as atividades da Chamada Pública do Baixo Parnaíba, a equipe da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), na última quarta-feira (16), promoveu mais um encontro com agricultores da região. O local escolhido foi a escola Humberto de Campos, no povoado Riachão, a 15 km de Santana do Maranhão. Os agricultores tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre as políticas públicas, assim como noções sobre assistência técnica e o fomento no valor de R$ 2.400,00 reais que chegará às mãos dos agricultores divididos em duas parcelas creditadas no cartão do programa bolsa família, para a implantação de projetos produtivos

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Com diversas ações simultâneas nos cinco municípios que compõem a segunda fase: Água Doce do Maranhão, Magalhães de Almeida, Santana do Maranhão, Araioses e Tutóia, a Chamada Pública do Baixo Parnaíba é destinada à prestação Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e integra o Programa Brasil sem Miséria (PSBM), que agrega acesso aos serviços públicos em diversas áreas, transferência de renda e inclusão social, estabelecido a partir da parceria entre municípios, estados e organizações da sociedade civil.

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“Por ser um programa de inclusão, a chamada do Baixo Parnaíba visa a convergência de politicas públicas, tanto para os beneficiários como para as comunidades envolvidas, nos mais variados setores. Para implantarmos um projeto necessitamos de infraestrutura, de uma população devidamente amparada, com água, luz, e qualificada, para conseguirmos elevar os indicadores econômicos, sociais, que só será possível por meio do trabalho conjunto entre as esferas estaduais, municipais e federais”, disse a coordenadora da chamada, Solange Almeida.

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A Chamada do Baixo Parnaíba integra ações do MDA no Plano Brasil sem Miséria, para famílias com renda mensal inferior a R$80 por pessoa. Composta por duas fases, com 18 etapas cada, a chamada beneficiará 4.100 agricultores, divididos em 15 municípios no estado, e inclui a execução, avaliação de diversas atividades individuais e coletivas, que têm por objetivo o fortalecimento da agricultura sustentável, promoção da segurança alimentar, disponibilização de serviços de assistência técnica, aumento da produção, comercialização e mudança na qualidade de vida destas famílias.

 

Chamada Pública mobiliza agricultores do Baixo Parnaíba

Agricultores familiares do município de Água Doce receberam a equipe da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), para o início da execução da fase 2 e etapa 4 da Chamada Pública do Baixo Parnaíba visando o fortalecimento da agricultura familiar.

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No total, a Chamada Pública do Baixo Parnaíba é composta por 4.100 famílias divididas em 14 municípios. A primeira fase, que está em andamento, inclui 2.100 agricultores divididos em nove municípios. Já na segunda etapa, mais dois mil agricultores dos municípios de Água Doce, Santana do Maranhão, Magalhães de Almeida, Araioses e Tutóia serão atendidos.

Durante a reunião com os 200 agricultores, na terça-feira (15), foram realizadas palestras envolvendo políticas públicas, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)/Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) – Consórcios Públicos, além de noções sobre assistência técnica e o fomento de ações que vão garantir o desenvolvimento de atividades produtivas, geração de renda e melhor qualidade de vida para essas famílias.

Em Água Doce, a Chamada abrange a execução de 20 oficinas sobre políticas públicas e atividades coletivas referentes ao contrato de Ater nº044/2012-MDA/Agerp, do Programa Brasil sem Miséria.

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Fonte : Ascom/Agerp

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Governador entrega certificados e técnicos fortalecerão agricultura familiar nos municípios com menor IDH

A assistência técnica ganha reforço no Estado.  No último dia 15, o governador Flávio Dino certificou os 90 técnicos em Agricultura Familiar, que irão atuar nos municípios com menor IDH do Maranhão. A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural esteve presente, na figura do presidente da Instituição, Fortunato Macedo, que integrou a equipe do Sistema de Agricultura Familiar, anfitriões do evento.

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“A luta contra a desigualdade social é a força que nos move. Desenvolvimento sem igualdade social não se sustenta. Queremos que os pequenos produtores sejam capazes de prover o sustento, com segurança alimentar, rompendo com a fome em nosso estado. Precisamos também olhar adiante, compreender que o Plano de Ações Mais IDH é um conjunto de ações que reduzem as desigualdades e oferecem novas oportunidades de vida às pessoas”, afirmou Flávio Dino.

A assistência técnica que chegará a essas comunidades vai beneficiar mais de três mil famílias nos 30 municípios com menor IDH do Maranhão. Ao priorizar pessoas vulneráveis, que vivem em situação de risco e de extrema pobreza, o governador Flávio Dino aponta a produção interna como um dos caminhos que garantirá a força impulsionadora para diminuir os problemas sociais e proporcionar desenvolvimento econômico para o Maranhão.

O Governo do Estado investiu R$ 23 milhões na implantação dos ‘Sisteminhas’ nos 30 municípios com menor IDH do Maranhão. Os 90 técnicos certificados foram aprovados em um seletivo, em seguida, capacitados através de cursos teóricos e práticos. A partir do dia 24 de setembro seguem para os municípios do Plano de Ações Mais IDH onde implantarão os Sisteminhas.

Participaram do ato de certificação, o vice-governador Carlos Brandão, o presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho, os deputados estaduais Rogério Cafeteira, José Inácio, Vinicius Louro, Paulo Neto, Toca Serra e Sérgio Frota, Mauro Jorge(Iterma) e Waldemicio Ferreira (Embrapa), além de Chico Miguel (Fetaema), Davi Telles (Caema), Chico Freitas (Iterma), prefeitos, gestores e secretários municipais

Como funcionam os Sisteminhas?

O principal objetivo dos Sisteminhas, implantados pela Secretaria de Agricultura Familiar, com o apoio da Agerp, Iterma e Embrapa, é combater a fome nas comunidades mais pobres do estado, a partir da troca de experiências e do conhecimento. Ao utilizar o conhecimento tecnológico para diminuir as desigualdades sociais o projeto é capaz de retirar famílias da extrema fome depois de 5 meses dos sistemas já implantados nas comunidades.

Para que o Sisteminha funcione é preciso que os produtores tenham um tanque de piscicultura, montado a partir de módulos. O módulo do peixe é o que gera maior consumo de ração e consumo de energia elétrica necessária para movimentar as bombas instaladas. A partir de R$ 500,00 o Sisteminha cria mecanismos para que as famílias consigam produzir alimentos para consumo interno e com os excedentes podem comercializar, gerando emprego e renda.

“A transformação começa agora. Vamos gerar riqueza no coração de cada maranhense, transformar a fome e a tristeza em esperança de dias melhores. Esse é o papel da Agricultura Familiar, saber que as famílias poderão ficar no Maranhão porque agora vivemos um estado de oportunidades”, disse o secretário de Agricultura Familiar, Adelmo Soares.

O doutor em Genética, Luiz Guilherme, criador do Sistema Integrado de Tecnologias Sociais, os “Sisteminhas” da Embrapa, participou da certificação e relembrou a principal finalidade do programa que é combater a fome e suprir as necessidades das famílias em mais de 300% das suas necessidades diárias.

“Esse modelo agrícola sustentável traz esperanças, resgata a dignidade das pessoas e faz com que elas voltem a acreditar na vida e a sonhar. Nós devolvemos àquelas famílias a capacidade de sonhar e como é bom poder transformar sonhos em realidades”, disse o pesquisador da Embrapa.

Durante um ano, os técnicos selecionados e capacitados pelo Governo do Estado estarão nas nos municípios com menor IDH do Maranhão. Natural de Pindaré, o técnico Ronald Pereira, vai trabalhar no município de São João do Caru. Ronald disse que poder transmitir o conhecimento que eles aprenderam para as pessoas que mais precisam é uma das tarefas mais gratificantes no processo de implantação dos Sisteminhas.

As equipes estarão nas comunidades a partir do dia 24 de setembro, nos municípios de Fernando Falcão, Marajá do Sena, Jenipapo dos Vieiras, Satubinha, Água Doce do Maranhão, Lagoa Grande do Maranhão, São João do Carú, Santana do Maranhão, Arame, Belágua, Conceição do Lago-Açú, Primeira Cruz, Aldeias Altas, Pedro do Rosário, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto, São João do Sóter, Centro Novo do Maranhão, Itaipava do Grajaú, Santo Amaro do Maranhão, Brejo de Areia, Serrano do Maranhão, Amapá do Maranhão, Araioses, Governador Newton Bello, Cajari, Santa Filomena do Maranhão, Milagres do Maranhão, São Francisco do Maranhão e Afonso Cunha.