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Dia de Campo das URTs

Dia De Campo Das URTs

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Técnicos da Agerp são capacitados para atuar na cadeia produtiva de aves caipira

Foto 2 - Tecnicos da Agerp aprendem o passo a passo para construção de galinheiro

Tecnicos da Agerp aprendem o passo a passo para construção de galinheiro

O Governo do Estado, por meio da Agência de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Cocais), iniciou nesta semana, em Chapadinha, capacitação sobre criação de aves, que visa treinar os técnicos da Agerp que acompanharão os agricultores selecionados na cadeia produtiva de aves caipira.

A capacitação é baseada no Programa de Criação de Aves Caipiras – Procap, projeto desenvolvido pela Embrapa Cocais para produção integrada de galinhas de forma mais acessível que requer uma área bem menor para ser construído e utiliza materiais encontrados na propriedade do agricultor. O modelo elaborado pela Embrapa será adotado pelo Governo do Estado para implantação da Cadeia Produtiva de Aves no Maranhão.

Dezenove técnicos dos Escritórios Regionais da Agerp de Viana, Açailândia, Presidente Dutra, Caxias e Chapadinha participam do curso e recebem instruções teóricas e práticas em dois módulos, sendo o primeiro construir um galinheiro no modelo Procap, e o outro módulo que é a confecção dos equipamentos que serão utilizados no galinheiro, como comedouros, ovoscópio e campânula.

Durante a parte prática do curso, executada na propriedade do casal de agricultores João Batista Alves e Maria Firmino, no povoado Remédio, zona rural de Chapadinha, os técnicos, orientados pela equipe técnica da Embrapa Cocais, estão aprendendo o passo a passo para construir o sistema de criação de galinhas que será aplicado nas comunidades beneficiadas com a cadeia.

Para o presidente da Agerp, Júlio César Mendonça, o processo de capacitação é uma iniciativa para aprimorar o conhecimento dos técnicos que prestarão assistência técnica às famílias selecionadas na cadeia da avicultura caipira.

Foto 1 - Tecnicos da Agerp são capacitados para a cadeia de aves

Tecnicos da Agerp são capacitados para a cadeia de aves

“Essa capacitação é o primeiro passo para viabilizar o projeto e que vai levar tecnologias simples para que as famílias desenvolvam uma criação de aves com viés agroecológico resgatando, geneticamente, as aves que eles têm em sua área”, elencou o presidente da Agerp, Júlio César.

Ainda conforme o presidente da instituição, a Agerp tem desempenhado um papel importante na cadeia produtiva de aves caipira. “Desde a capacitação, perpassando pela assistência técnica para os beneficiários, a Agerp participou da elaboração de diagnósticos das unidades de produção, passando pela qualificação dos projetos técnicos, bem como, o desenvolvimento, monitoramento e controle de avaliação dos projetos. Todo esse processo a Agerp vem acompanhando com o objetivo de alcançar a valorização da avicultura na agricultura familiar do Maranhão”, ressaltou o presidente.

O analista da Embrapa Cocais, Talmir Quinzeiro explica que o Procap é um projeto integrado alternativo para criação de galinhas caipiras dentro do Plano Brasil Sem Miséria, e que tem a proposta de organizar o quintal do agricultor familiar.

“Esse sistema de criação do Procap pega a criação de aves que já existe na propriedade do agricultor e melhora esta produção com o objetivo inicial na segurança alimentar das famílias e posteriormente a geração de renda. Essa capacitação é essencial, a Embrapa tem a missão de transferir tecnologia e o acompanhamento ao produtor e de fazer acontecer o projeto é da Agerp,” disse Quinzeiro.

Cadeia Produtiva de Aves Caipira

Tecnicos constroem galinheiro durante capacitação do Procap

Tecnicos constroem galinheiro durante capacitação do Procap

A capacitação dos técnicos que farão o acompanhamento técnico junto às famílias é o primeiro passo. Segundo informa a gerente da cadeia de aves caipira, Patrícia Jansen, o modelo do Procap será implantado nas propriedades das famílias selecionadas para a cadeia. “Serão 400 famílias beneficiadas em quatro regionais, e, além disso, serão construídos quatro matadouros de aves nos municípios de Açailândia, Caxias, Chapadinha e Viana”, destacou a gerente Patrícia Jansen.

Para a cadeia produtiva de aves caipira, o Estado está investindo mais de R$ 3 milhões, onde serão beneficiadas 400 famílias de agricultores familiares em 19 municípios distribuídos nas regiões de planejamento da Baixada Maranhense, Timbiras, Delta do Parnaíba e Cerrado Amazônico.

Cada família beneficiada receberá fomento no valor de R$ 3.930, que totaliza mais de R$ 1,5 milhão de recurso para os agricultores utilizarem na construção dos sistemas produtivos de criação. Além do fomento, as famílias receberão acompanhamento técnico pela Agerp, e, ainda, para fortalecer a Cadeia de Aves Caipira no Maranhão, serão construídos matadouros.

“Nós temos um governador sensível ao desenvolvimento do Estado pela produção de alimentos, e que dá condições para tornarmos o Maranhão produtivo. Nós do Sistema SAF estamos trabalhando com foco no desenvolvimento da agricultura familiar e na melhoria da qualidade de vida dos maranhenses”, explicou o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Adelmo Soares.

 

Fonte: Agerp  Texto: Samara Andrade

Pequenos agricultores de Parnarama acessam crédito rural para desenvolver projetos

Foto 1 - Técnicos da Agerp mobilizam agricultores para acessar o Agroamigo

Técnicos da Agerp mobilizam agricultores para acessar o Agroamigo

No município de Parnarama, na Região do Médio Parnaíba, 75 agricultores familiares, beneficiados com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), acessaram, em outubro e este mês, R$ 322 mil de microcrédito rural para financiamento de projetos.

O crédito é do programa Agroamigo, do Banco do Nordeste (BNB) que, em parceria com o Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), realiza, nos municípios, mobilização dos agricultores para assinatura de contratos do crédito e prestação de assistência técnica.

Em Parnarama, um dos municípios maranhenses com grande destaque na operacionalização das linhas de financiamento de crédito rural, os agricultores buscam constantemente o acesso ao programa por acreditar na superação da pobreza a partir do desenvolvimento e da melhoria de vida no campo, com os investimentos na agricultura familiar. Com o financiamento, os agricultores têm até R$ 4 mil para investir em projetos de horticultura, criação de pequenos animais como galinhas, suínos, caprinos e ovinos e, ainda, aquisição de equipamentos agrícolas.

A Agerp, que compõe o Sistema da Agricultura Familiar, além de mobilizar os agricultores e facilitar o acesso ao crédito, realiza o acompanhamento direto do produtor com assistência técnica e extensão rural continuada. Em Parnarama, o Escritório Regional da Agerp de Timon é responsável pelas ações do acesso do agricultor ao crédito rural.

Foto 2 - Agricutlores de Parnarama beneficiados com financiamento de crédito

Agricutlores de Parnarama beneficiados com financiamento de crédito

De acordo com o presidente da Agerp, Júlio César Mendonça Correa, a parceria para casar crédito e assistência técnica deu certo para estimular o desenvolvimento da agricultura do Maranhão. “A assistência técnica é uma das políticas públicas que potencializa as demais políticas. Onde se tem assistência técnica, o índice de sucesso na produção é relativamente maior do que as que não possuem orientação técnica e quando a unimos ao crédito damos condições para o agricultor produzir com qualidade”, afirmou.

O secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares, destacou a importância da parceria entre Governo do Estado e BNB para facilitar o acesso do agricultor ao crédito agrícola. “O acesso ao crédito é um dos principais caminhos para desenvolver a agricultura familiar e o Governo do Estado, por intermédio da Agerp, leva assistência técnica que, junto com o acesso ao crédito, possibilita fortalecer as unidades de produção familiar”, informou o secretário Adelmo Soares.

O gestor Regional da Agerp de Timon, Aécio Borges, que atende o município de Parnarama, os agricultores familiares beneficiados com o Agroamigo recebem acompanhamento direto do órgão orientando-os na aplicação do recurso. “A Agerp entende que sem o fomento e assistência técnica o agricultor não tem como produzir. Então, essa parceria entre o BNB e Agerp garante que o agricultor tenha condições de produzir e investir”, ressaltou.

Fonte: Agerp  Texto: Samara Andrade

AGERP promove Dia de Campo das Unidades de Referência Tecnológica (URTs)

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Dia de Campo Pedro do Rosário

O Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), promoveu na semana passada, um ‘Dia De Campo’ das Unidades de Referência Tecnológicas (URTs), realizado nos municípios de Pedro do Rosário, Santa Helena e Bacuri.

Em Pedro do Rosário, o Dia de Campo foi realizado na área do jovem agricultor familiar João Batista, que é um dos produtores contemplados com a implantação de uma unidade experimental onde foi feito o plantio consorciado das culturas temporárias do arroz, milho, mandioca e feijão-caupi, amparado na técnica de adubação verde, com o uso da Crotalariajuncea, leguminosa que fornece nitrogênio e protege o solo da radiação solar. O evento contou com a presença da comunidade e técnicos do escritório regional da Agerp Pinheiro.

“Me vejo como um exemplo para a comunidade. Esse Dia de Campo está sendo muito bom para que outros agricultores do município conheçam novas técnicas de plantio que melhora a produção, ” contou o agricultor João.

A 34km da sede de Santa Helena, no povoado São Francisco de Assis, o agricultor familiar, Amarildo Braga, foi escolhido para a instalação de uma URT e realização do Dia de Campo.

Para Amarildo, ser visto como modelo para outras famílias rurais já é um avanço. “Antes trabalhava de forma bem inadequada, na ‘roça de toco’, nem sabia o que era cultivo sustentável, causava danos ao solo e não tinha a produção esperada. Com as práticas aprendidas, consegui melhorias não só para mim, mas para toda a população vizinha que pode fazer igual”, disse o produtor, selecionado como multiplicador de tecnologia pela Agerp.

O presidente da Agerp, Júlio César Mendonça, ressaltou a importância de promover o Dia de Campo nos municípios. “A Agerp está cumprindo o seu papel de aliar assistência técnica e levar ao agricultor familiar novas alternativas de cultivo com base sustentáveis que beneficiam produtores e o meio ambiente, então, o Dia de Campo é essencial para disseminar conhecimento e fortalecer a produção do pequeno agricultor,” pontuou o presidente do órgão, Júlio César Mendonça.

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Dia de Campo Pedro do Rosário

Conforme o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Agerp, José Malheiros, o Dia de Campo serviu para demonstrar que as unidades de referência apresentam tecnologias que o agricultor pode utilizar no dia a dia, como adubação verde, inoculação de sementes e rotação de culturas e cobertura morta.

“Essas simples tecnologias beneficiam os agricultores que passam a possuir uma área que não precisa usar fogo, e nem vão precisar escolher uma outra área para plantio, pois fazendo a rotação de cultura permite o agricultor manter o plantio numa mesma área e favorecer a fixação melhor dos nutrientes no solo”, enfatizou o diretor de Pesquisa, José Malheiros.

De acordo com o coordenador de Pesquisa Agropecuária da Agerp, Ronald Lazo, responsável pelo plantio e orientador do Dia de Campo, a Agerp vem dando continuidade a um trabalho diferenciado, levando inovação para o campo. “Instalamos um sistema de cinco culturas consorciadas, com a introdução de tecnologias que podem permitir incrementos no produção, como a adubação verde, por meio da cobertura e devolução dos nutrientes do solo, feitas  pela Crotalaria Juncea;  inoculação do feijão caupi, com a bactéria de rizóbio, promovendo a fixação biológica de nitrogênio (FBN), evitando o uso de fertilizantes nitrogenado e melhorando a qualidade do solo, que será utilizado por diversos ciclos.”, explicou o coordenador.

Alexandre Frazão, gestor da regional Pinheiro, que assiste os agricultores familiares dos município de Santa Helena, Pedro do Rosário e Bacuri, diz que “o modelo de cultura básica estudado no dia de campo, promove a elevação da produtividade e preserva o meio ambiente, quase sem custo ao produtor”.

Fonte: Agerp

Caju gera fonte de renda para agricultores familiares de São João dos Patos

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Agricultoras preparam rapadura de caju

Tipicamente conhecida no Nordeste Brasileiro, a rapadura que tem como base a cana-de-açúcar e de sabor doce, ganha uma nova versão no município de São João dos Patos com a produção de rapadura de Caju por agricultores familiares do assentamento estadual Sucurujú. Encontrado em praticamente todo o território maranhense pela maior adaptação de clima e solo, o caju torna-se uma fonte de variados produtos, como doces, sucos, geleias, a famosa cajuína, e, agora, a rapadura de caju.

De baixo custo, a produção desse novo tipo de rapadura no Maranhão vem ganhando novos agricultores. No assentamento Sucurujú, o caju foi introduzido há alguns anos por incentivo do Governo do Estado, por intermédio da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp) da Regional de São João dos Patos, que apresentou o fruto para diversificar a produção dos agricultores, que produzem numa área de 989 hectares, arroz, milho, feijão, mandioca e galinha caipira.

Como órgão responsável por levar assistência técnica às famílias de agricultores do Maranhão, a Agerp vem reafirmando o seu papel na execução de assistência técnica e desde 2015 integra o Sistema da Agricultura Familiar, criado na gestão do governador Flávio Dino para garantir apoio a milhares de famílias maranhenses que dependem da agricultura familiar.

O presidente da Agerp, Júlio César Mendonça, ressaltou que o órgão busca levar novas alternativas de produção aos agricultores familiares para inseri-los no mercado de comercialização e, assim, gerar renda. “A Agerp cumpre papel importante para colocar estes agricultores no mercado. A produção de caju e o seu beneficiamento é fundamental para buscarmos a segurança alimentar, promover a sustentabilidade por meio do incentivo de plantio da frutífera, geração de renda e valorização da cultura local”, destacou Júlio César Mendonça.

O gestor Regional da Agerp de São João dos Patos, Ednaldo Quirino, explicou que o beneficiamento do caju é resultado de capacitações promovidas em parceria entre Agerp e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Essa técnica deverá ser compartilhada com outras comunidades para o aproveitamento total do caju.

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Castanha de caju

“Vamos disseminar esse trabalho em outros assentamentos que possuem potencial para o cultivo do caju, são cerca de 20 assentamentos do Programa Nacional do Crédito Fundiário que estão na Regional da Agerp. O beneficiamento do caju evita o desperdício da fruta e agrega uma renda para as famílias pela comercialização dos doces”, enfatizou o gestor Regional da Agerp, Ednaldo Quirino.

Os agricultores familiares de Surucujú começaram a produzir rapadura de caju seguindo o exemplo de dona Domingas Ribeiro, uma das agricultoras do assentamento, que mora há 15 anos na área. A agricultora conta que, há quatro anos, recebeu uma capacitação sobre o beneficiamento do fruto e pôs em prática o que aprendeu no curso e que tem obtido excelentes resultados. “É muito bom ver que outros agricultores estão fazendo rapadura para comercializar e com isso estamos aumentando o plantio de pés de caju na comunidade para aumentarmos nossa produção”, contou a agricultora.

Além da rapadura de caju, os agricultores comercializam, também, a castanha de caju. Todo o fruto é aproveitado para consumo e venda. Tanto a rapadura quanto a castanha, são comercializados no mercado local.

Cadeia produtiva 

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Agricultores de Sucurujú recebem assistência técnica da Agerp

Para incentivar ainda mais a produção de caju no Maranhão, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF), está com inscrições abertas para o edital da Chamada Pública da Cadeia Produtiva da Hortifruticultura do ‘Delta Caju’ para implantação de Unidades de Referência de Produção para substituição de copa e sistema tecnificado.

Para aumentar a produção do fruto, a copa de cajueiros improdutivos será substituída por material genético superior, e adoção de técnicas de colheita e pós-colheita. Para esta cadeia, cinco municípios estão sendo priorizados, Araioses, Magalhães de Almeida, Santana do Maranhão, Água Doce e Barreirinhas.

Sobre a importância de investir nas cadeias produtivas do Maranhão, o secretário da SAF, Adelmo Soares, informou que essas ações viabilizam o desenvolvimento do setor produtivo no estado. “A produção é um dos principais caminhos para o desenvolvimento do nosso estado”, explicou o secretário.

As inscrições da Chamada Pública do Caju estão abertas até esta sexta-feira (18), na SAF e nos Escritórios Regionais da Agerp com a apresentação do formulário devidamente preenchido e acompanhado dos documentos.

Fonte: Agerp    
Texto: Samara Andrade  Data: 14/11/2016

Comunidades de Viana agradecem entrega de títulos pelo Governo do Estado

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Foto: Divulgação

“O governador Flávio vem cumprindo o que prometeu para as famílias que nunca tiveram vez e nem voz. Isso nos faz acreditar que ainda temos jeito, que nosso futuro pode ser melhor”, comentou o presidente da Associação de Sacaitava, Nerval Castro, durante a solenidade para entrega dos títulos de terra, na Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec) realizada em Viana, no mês de outubro.

Os títulos coletivos foram entregues para 321 famílias, que vivem e plantam em comunidades da região. Ao todo, os títulos correspondem a uma área equivalente a 2.700 hectares.

Desenvolvida pelo Governo do Estado e realizada pela Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), a Agritec integra um conjunto de ações para o setor rural, melhorando a vida de milhares de agricultores em todo o Maranhão.

Nilvane Santos, do Quilombo Capoeira, falou sobre a felicidade em receber a propriedade da terra. “Receber o título é a conquista de uma luta de muito tempo. Poderemos desenvolver nosso projeto de moradia de qualidade e melhorar a renda de muitas famílias. Nossa comunidade sempre sonhou em ter sua própria área para plantar com sustentabilidade e qualidade”, explica a agricultora.

Nerval Castro agradece ao Governo

Apoio a Agricultura Familiar

O Governo do Estado tem o compromisso de desenvolver a agricultura familiar a partir da regularização de terras, da assistência técnica e do fomento à produção.

As Agritecs já foram realizadas na cidade de São Bento, Açailândia, Caxias, Bacabal, Codó, Grajaú, Zé Doca, Viana e nesta semana, em Chapadinha. A tendência é que mais cidades nas regiões Tocantina, dos Cocais, da Baixada e Vale do Mearim, além das cidades do Plano de Ação ‘Mais IDH’, recebam esses espaços para a troca de experiências e a ampliação de conhecimentos tecnológicos no âmbito da agricultura familiar para benefício do produtor maranhense.

Governo promove oficina de beneficiamento de pescado na Agritec de Viana

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Foto: Divulgação

Transformar pele de peixe em artesanato, este foi um dos objetivos da oficina de beneficiamento de pescado promovido pela Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura Familiar, na última Feira da Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec), em Viana.

Durante a oficina, o público pôde aprender o passo a passo das técnicas de filetagem da pele de peixe, curtição, e, ainda, o tingimento para aplicação em diferentes tipos de objetos, como por exemplo, carteira, chinelos, brincos, cordões. De acordo com o engenheiro de pesca da Agerp, Luiz Rocha, que ministrou o curso, é a primeira vez que a Agritec traz para o público uma oficina para aproveitamento de resíduos do pescado.

“Essa oficina vem mostrar para o agricultor e a quem se interessa que é possível fazer artesanato a partir do aproveitamento daquilo que poderia ir para o lixo, como as escamas, espinhas e pele do peixe. E, claro, envolver toda a família nesse processo para geração de renda”, explicou o engenheiro da Agerp, Luiz Rocha.

A professora Eliziane Rodrigues, de Viana, participou da capacitação e com a ajuda do aparelho celular gravou as dicas para pôr em prática as técnicas aprendidas e gerar uma renda extra para a família. “Gravei tudo para fazer em casa. Essa oficina foi uma descoberta para mim, nunca tinha pensado que poderia utilizar a pele e escamas para artesanato”, relatou a professora.

pescado

Foto: Divulgação

Na demonstração, foram utilizados os peixes tilápia e tambatinga, este último é uma espécie híbrida do cruzamento entre tambaqui e piratininga. Todo o processo de transformação da pele em couro é com base ecológica, em vez de usar produtos químicos na coloração da pele, é usado tanino da casca de alguns vegetais, como aroeira, mangue vermelho e angico. Após esse processo, a pele é colorida com tintura de roupa e recebe engraxe com óleo de girassol e lavado com sabão neutro. Depois disso, a pele está pronta para aplicação em variados tipos de objetos.

Para o presidente da Agerp, Júlio César Mendonça, o órgão tem realizado várias capacitações sobre beneficiamento de pescado para ofertar ao agricultor mais uma alternativa de agregação de renda na agricultura familiar. “Além de produzir o peixe, consegue-se ainda, obter uma renda por meio do artesanato. O Governo do Estado está atento para dar condições de produção ao produtor, através da assistência técnica, e inserir este agricultor no mercado para geração de renda”, pontuou o presidente do órgão, Júlio Mendonça.

Agritec

Promovida pelo Governo do Estado, por meio do Sistema da Agricultura Familiar (SAF, Agerp e Iterma), a oitava edição da Agritec foi realizada no território Campos e Lagos, no município de Viana entre os dias 27 e 29 de outubro.

Fonte: Agerp  Texto: Samara Andrade  Data: 03/11/2016

Agritec Campos e Lagos – Viana

Agritec Campos E Lagos Em Viana 2016

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Agritec promove intercâmbio de conhecimento para piscicultores e acesso ao crédito

Governador Flávio Dino visita estande de piscicultores de Itans na Agritec

Foto: Divulgação

Durante a última Feira da Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec) realizada de 27 a 29 de outubro, em Viana, piscicultores de municípios do território Campos e Lagos marcaram presença na Feira em busca de conhecimento para aprimorar a atividade em sua comunidade.

Conhecida em todo o Maranhão, a piscicultura desenvolvida no povoado Itans, no município de Matinha, foi um dos destaques na Agritec com a exposição de maquete e peixes produzidos na comunidade, e, ainda, oportunizou o acesso dos produtores ao crédito rural.

A comunidade, que iniciou o projeto de piscicultura em 2009, é uma grande produtora de peixe em tanque escavado no estado e no país, que somam 450 tanques e com produção prevista para este ano de 2.200 toneladas.

Oito piscicultores de Itans, na Agritec, tiveram projetos aprovados para acesso ao crédito rural do Pronaf  B e V, linhas de financiamento de crédito do Banco do Nordeste (BNB), no valor de R$ 703 mil a serem investidos em atividades agropecuárias e não-agropecuárias.

Do Pronaf ‘Mais Alimentos’, do Banco do Brasil, cinco piscicultores de Itans acessaram o total de R$ 186 mil, que serão investidos em infraestrutura produtiva da propriedade, e, assim, criar condições necessárias para o aumento da produção e da produtividade da piscicultura. Os projetos aprovados foram elaborados pela Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp) da Regional de Viana.

Para o presidente da Associação de Piscicultores de Itans, Elizeu Gomes Silva, um dos produtores que acessou o Pronaf ‘Mais Alimentos’, a Agritec proporcionou a ampliação do conhecimento referente à produção rural e mostrou que o país só pode crescer se produzir com eficiência e qualidade, e, para isso é preciso que o Governo continue investindo no setor primário, como faz realizando a Agritec para obter grandes resultados.

Presidente da Agerp conversa com piscicutlores de Itans na Agritec

Foto: Divulgação

“Nós, hoje, temos crédito nas instituições financeiras. Iniciamos o financiamento com R$ 5 mil e acessamos, agora, acima de R$ 100 mil. Isto só é possível porque temos empregado com responsabilidade o crédito que financiamos e temos comprometimento em pagar o banco. Estamos crescendo e esse crescimento é devido ao Governo do Estado estar nos apoiando”, ressaltou Elizeu.

O bem-sucedido projeto de piscicultura de Itans incentiva outras comunidades da Baixada e até de outros estados a investir nessa atividade. Esse é o caso da comunidade quilombola Cacoal, em Viana, que iniciou um projeto de piscicultura em 2015 e já possui 9 tanques escavados.

Cerca de 30 produtores de Cacoal participaram de cursos e oficinas na Agritec e puderam conhecer outras alternativas de produção para investir. De acordo com o presidente da Associação de Produtores de Cacoal, Jorge Daniel, “a Agritec abriu um espaço para o pequeno agricultor se capacitar, é uma oportunidade única e que foi aproveitada ao máximo pelos agricultores de Cacoal e esperamos que seja feita outra Feira aqui”.

Para o presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), órgão que compõe o Sistema da Agricultura Familiar, Júlio César Mendonça, a importância da piscicultura na região toma um significado maior quando refletida na presença dos piscicultores na Agritec.

“Percebemos claramente o quanto a piscicultura na Baixada gera emprego e renda na região. Várias comunidades estão investindo na piscicultura por ser de fácil manejo, possuir grande rentabilidade e aqui na Agritec eles estão mostrando a importância dessa atividade para desenvolver a agricultura familiar da Baixada”, ressaltou o presidente Júlio.

Agritec

A Agritec é promovida pelo Governo do Estado, por meio do Sistema da Agricultura Familiar, composto pela Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), e integra um conjunto de ações para o desenvolvimento do setor rural em todo Maranhão, com o objetivo de fornecer espaços para troca de experiências e ampliar o conhecimento tecnológico em benefício dos  agricultores familiares.

Fonte: Agerp  Texto: Samara Andrade  Data: 02/11/2016

Governo apoia projeto de artesanato voltado para mulheres em Viana

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Foto: Divulgação

Durante a realização da Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec) Campos e Lagos, promovida no município de Viana entre 27 e 29 de outubro, jovens mulheres na faixa etária de 18 a 30 anos, puderam demonstrar para o público presente como o artesanato extraído do bambu, vime e guarimã, está transformando a realidade que vivem, por meio de um trabalho que exige técnica, paciência e toque feminino.

O projeto “Meninas que sonham”, desenvolvido pela ONG Akoni, que significa “Mulheres guerreiras” na língua africana Iorubá, existe há 9 anos, proporcionando capacitação para qualificação profissional, oportunidade de emprego, geração de renda, potencialização das habilidades artístico-culturais, a participação ativa dessas jovens nos processos organizativos e produtivos por meio da Economia Solidária.

Para o coordenador do projeto em Viana, Raimundo Carlos Pereira, as jovens atendidas têm no artesanato o ponto de partida para romper com a exclusão social e trabalharem também, a sua identidade.

“Começamos a primeira turma em 2007, e já atendemos cerca de 500 jovens, incluindo além da capacitação para a confecção de móveis, a chance de tirarmos muitas delas de situação de vulnerabilidade. Pretendemos gerar não apenas renda e emprego, mas também, a cidadania, a aceitação, a igualdade de gênero, de raça, a defesa e garantia de direitos”, disse o coordenador.

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Oficina na Agritec

Thayla Cristina, de 20 anos, começou como aluna de dança na ONG, mas depois descobriu o artesanato e hoje já é uma das monitoras do projeto. “É muito gratificante saber que ensino e ao mesmo tempo aprendo com todas elas. Atendo diariamente 50 jovens, que perceberam no nosso projeto a chance de estimular a conscientização ecológica, pois, o material que utilizamos é todo da região da Baixada; a cidadania, já que tentamos influenciar também o lado humano e social, e também, proporcionamos alternativas de geração de renda, para a dona de casa até a adolescente”, frisou a jovem monitora.

O presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp), Júlio Cesar Mendonça, afirma que o escritório regional do órgão em Viana, vai atuar em parceria para valorizar a técnica, o artesanato local e incrementar as vendas dos produtos. “O projeto já tem sucesso reconhecido. O Governo do Estado, por meio da Agerp, passa agora a dar apoio com os nossos técnicos, no processo de capacitação e gestão, suporte logístico, prospecção de parcerias com outras instituições, para que o projeto “Meninas que sonham” cresça cada vez mais”, afirmou o presidente.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura Familiar, Adelmo Soares, o projeto se destaca por trabalhar a inclusão social junto às mulheres rurais. “O Governador Flavio Dino faz questão de reafirmar a importância do papel desempenhado pelas mulheres na agricultura familiar em todas as Agritecs. E o projeto “Meninas que Sonham” é uma amostra das conquistas que elas vêm conseguindo nas últimas décadas”.

Com espaço voltado para palestras, troca de saberes e comercialização, as integrantes do projeto ministraram oficinas e comercializaram peças durante a realização da Agritec, no estande da economia solidária.

Agritec

 A Agritec é promovida pelo Governo do Estado, por meio do Sistema da Agricultura Familiar, composto pela Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), a Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), e integra um conjunto de ações para o desenvolvimento do setor rural em todo Maranhão, com o objetivo de fornecer espaços para troca de experiências e ampliar o conhecimento tecnológico em benefício dos  agricultores familiares.

Fonte: Agerp Data: 01/11/2016