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Governo do Maranhão inicia programa de incentivo à produção nos territórios indígenas



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O Programa Maranhão Verde: Eixo Indígena inicia, a partir desta quarta-feira (30), sua atuação pelo estado. A atividade é realizada pelo Governo do Maranhão e começará suas ações pelos municípios de Barra do Corda, Fernando Falcão, Grajaú e Tuntum. Na última semana foi realizada uma capacitação, ministrada pela Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP/MA), com a participação dos 31 novos técnicos, que atuarão diretamente na atividade, e representantes de setores governamentais e instituições parceiras.

De forma inédita, 13 técnicos agrícolas indígenas participam da atividade. “Ao estruturar o projeto nas diversas secretarias e órgãos envolvidos, chegou-se ao consenso de que o programa somente daria certo com a combinação dos conhecimentos tradicionais e acadêmicos. Assim, o Eixo Indígena é uma forma de perceber a produção com respeito à natureza e às vidas humanas”, afirmou o secretário de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves.

Para a realização do programa, o Governo do Estado escutou os movimentos sociais indígenas do estado, que participaram da elaboração do projeto e da execução de diversas etapas do Eixo Indígena.

As atividades consistirão da construção de uma cadeia integrada, englobando fomento, assistência técnica e comercialização dos projetos produtivos realizados nas aldeias indígenas.

No primeiro momento, os territórios indígenas (TI) beneficiados serão 17: Alto Turiaçu, Arariboia, Awa Guajá, Bacurizinho, Cana Brava, Caru, Geralda Toco Preto, Governador, Krikati, Kanela, Lagoa Comprida, Morro Branco, Porquinhos, Rio Pindaré, Rodeador e Urucu/Juruá e Krenyê. A ação beneficiará mil famílias de sete etnias Ka’apor, Guajá, Tenetehara, Guajajara, Timbira, Kanela, Krikati e Gavião Pukobiê.

“Temos oportunidade, de fato, para mostrar nossos trabalhos e potencialidade em prol do nosso povo” pontuou o técnico indígena Paulo Gavião, do TI Governador, em Amarante.

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O Eixo Indígena é direcionado em três áreas, de acordo com sua temática: “conservar, capacitar e produzir” e direciona apoio à agroecologia. Voltado à produção alimentar e conservação ambiental das terras Indígenas do Estado, o programa lançará editais no valor de R$ 5 milhões.

Programa Agricultura Familiar Sem Queimadas capacita 14 novos extensionistas para atuar na prevenção das queimadas no Estado

DSC_0536Nesta sexta-feira (25) aconteceu o encerramento da capacitação do Programa Agricultura Familiar Sem Queimadas. Durante três dias os 14 extensionistas em treinamento participaram de atividades com a equipe técnica da Agerp, e também com parceiros como o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, SAF e SEMA, que instruíram os homens e mulheres durante a atividade.

Os técnicos atuarão em 10 Escritórios Regionais da Agerp auxiliando os agricultores familiares no manejo do fogo em sua produção e também na apresentação de alternativas de plantio sem queima.

O Agricultura Familiar Sem Queimadas faz parte do Programa Maranhão Sem Queimadas, executado pela SEMA, em parceria com AGERP, ITERMA, SAF, AGED, SAGRIMA, Batalhão da Polícia Ambiental e o Corpo de Bombeiros Militares do Estado do Maranhão.

Escritório Regional da Agerp em São Luís tem nova gestora

IMG_20200918_101206166O Escritório Regional de São Luís tem nova gestora. Em atividade realizada nesta sexta-feira (18), a engenheira agrônoma Francielle Silva assumiu o lugar que era anteriormente ocupado por Adelana Santos e foi apresentada perante o corpo técnico de extensionistas dos quatro municípiosl atendidos pela regional.

Na ocasião, a presidenta Loroana Santana e a equipe técnica da sede da agência ressaltaram os bons serviços prestados por Adelana durante sua gestão e desejaram bom trabalho para Francielle, que já atuava na Agerp coordenando as ações do Plano Mais IDH.

Governo realiza inauguração de agroindústria de mel em Junco do Maranhão

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“O nosso principal foco é celebrar esse evento que está acontecendo hoje, a liberação da nossa Casa do Mel pra que nós possamos vender um produto de qualidade pra todo estado. Depois de muita luta, hoje estamos vivendo esse momento que, pra gente, é histórico. A casa de mel representa tudo que a gente lutou a vida toda, essa é a nossa bandeira principal. Nós só temos o que agradecer”, disse Clodoaldo Silva, presidente da Associação de Apicultores de Junco do Maranhão, em solenidade virtual.

Nesta terça-feira (1) o Governo do Estado entregou a nova estrutura de equipamentos da agroindústria de beneficiamento de mel da Associação de Apicultores de Junco do Maranhão. O mel será fracionado e comercializado para todo o estado em embalagens menores, passando a fazer parte do mercado institucional, do programa de compras da Agricultura Familiar, integrando ainda os produtos que compõem as cestas básicas distribuídas às famílias mais carentes do estado.

“Precisamos promover cada vez mais oportunidades sustentáveis, duradouras e a agricultura familiar faz isso. Devemos continuar explorando as potencialidades do nosso estado, como temos feito com o arroz, com a mandioca, com o feijão, com o óleo, com o peixe, dentre tantos outros. Agradecemos aos produtores, aos lutadores da apicultura. O nosso desejo é que possamos multiplicar cada vez mais projetos como esse”, disse o governador Flávio Dino durante a inauguração virtual.

IMG_8535A agroindústria foi reformada, equipada e possui capacidade de produção de 5 toneladas de mel por dia. Antes da adequação, a Associação de Apicultores de Junco do Maranhão (APMEL) comercializava apenas a matéria prima para atravessadores. Com a nova estrutura, o mel será fracionado e comercializado para todo o estado, incluindo as compras governamentais, como o Programa de Compras da Agricultura Familiar (Procaf) e para a composição de cestas básicas com produtos da agricultura familiar, executados pelo Sistema da Agricultura Familiar.

Para ganhar os mercados, a APMEL recebeu o título de registro do Serviço de Inspeção Estadual (SIE) emitido pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão, que garante qualidade do produto para ser vendido no mercado formal em todo Maranhão.